Mostrando postagens com marcador Windows 7. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Windows 7. Mostrar todas as postagens

DELL Inspiron N4050, Intel Core iX 2ª e 3ª gerações e a terrível falha no LCD (tela preta no Windows 8/8.1 e 10)

Session.
 
Faz algum tempo que guardei esse artigo para postar aqui mas acabou caindo no esquecimento até ontem, quando precisei dessa informação novamente. Muitos técnicos arrancam os cabelos quando atualizam o Windows 7 para 8/8.1 ou 10 e se deparam com esse pau de tela. O problema é recorrente nas segundas e terceiras gerações dos Intel Core i3, i5, i7 mas também vem acontecendo nas sétimas e oitavas gerações. As melhores fabricantes detectaram o problema cedo e disponibilizaram a solução tão logo foi possível mas alguns outros ainda não divulgaram sequer uma notinha escondida no site.

Sem mais delongas, o problema é resolvido após a atualização do firmware do BIOS. Vou ilustrar a situação com o DELL Inspiron N4050 mas a solução é a mesma para vários modelos DELL e também se aplica a alguns outros fabricantes que utilizam os gráficos Intel HD. Esse equipamento vem com o Intel Graphics HD 3000.

Vá até o site da DELL ou do fabricante do equipamento e utilize preferencialmente a Service Tag para localizar mais facilmente as informações importantes. No caso da DELL, logo de cara aparece essa atualização de firmware do BIOS como recomendada. Não tem mistério algum.

Se você já está com o problema da tela preta, conecte um monitor à saída VGA ou HDMI para poder visualizar o procedimento. Se ainda vai atualizar o Windows 7, execute o procedimento normalmente pelo display do equipamento.
 
ATENÇÃO! Atualização de firmware sempre é um risco, vários outros problemas podem acontecer e qualquer detalhe que você deixar passar pode comprometer o equipamento. Particularmente, firmware só deve ser atualizado em casos de problemas e correções críticas, como neste caso. Execute o procedimento por sua conta e risco, não me responsabilizo por quaisquer danos e prejuízos que possam ocorrer.

Os passos são os seguintes:

  • Mantenha a fonte conectada para evitar problemas maiores (você já tem um problema na mão, está caminhando para um processo de atualização de firmware que pode trazer problemas maiores ainda)
  • Baixe o arquivo recomendado pelo fabricante e siga religiosamente as instruções
  • Acompanhe o processo até o final (não vire as costas e vá fazer outras coisas e jamais interrompa um processo de atualização de firmware)
  • Se você seguir tudo à risca, o problema da tela preta será resolvido em 10 minutos

Após o procedimento de atualização do BIOS nesse DELL em específico, o equipamento é reiniciado automaticamente, a tela se apaga e o equipamento é religado novamente. O Windows deve subir normalmente após a atualização e o problema que parecia sem solução, acaba.

Vou deixar disponível aqui o software de atualização do BIOS para o DELL Inspiron N4050 para quem precisar de uma mãozinha com esse pepino aí. No meu caso, a versão do BIOS era A07 e após a atualização foi para a A08. Antes e depois do procedimento, verifique a sua versão de BIOS com o seguinte comando via CMD (administrador):

wmic bios get smbiosbiosversion

Problemas com áudio (headset e caixas de som) via bluetooth no Windows 7

Setup de áudio do Windows 7
Não vou me estender na postagem porque a Internet já está saturada desse tema e poucos caminhos levam o bom internauta até o que interessa. Tenho uma licença do saudoso Windows 7 que não pretendo parar de utilizar até que ele se torne tão obsoleto quanto o XP. E também tenho headset e caixas de som bluetooth que se recusam a funcionar nele.

Baixe os drivers CSR de acordo com a arquitetura da sua cópia do Windows, extraia os arquivos e ao invés de mandar o Windows buscar o driver automaticamente dentro da pasta, utilize aquela velha conhecida opção 'com disco'. Senão não vai funcionar. Boa sorte!

SSv2 - Slave Server 2

Uma forma eficaz, barata e viável de manter um acesso externo e interno aos documentos e impressoras, downloads ativos, compartilhamento e suporte a backup, o SSv2 traz toda a comodidade de um Home Server com características únicas que permitem a operação silenciosa, limpa e com baixo consumo de energia elétrica

Podemos dizer, sim, que se trata de um computador customizado. Claro que sim. Mas prefiro chamar de Slave Server. E o '2' é porque se trata de uma segunda versão: quando morava no Rio, mantinha um Slave Server que operava com funções múltiplas como servidor de arquivos, e-mail, FTP e roteador. Tudo numa única máquina. Funcionava com tamanha precisão que ficava impressionado com aquele Core 2 Duo rodando com 4GB de RAM atolado de tarefas. Na época eu necessitava de muito espaço para armazenamento, tanto que tinha três discos de 500GB cada somente para esta finalidade. Sistema Operacional e máquina virtual rodavam num disco dedicado de 250GB.

Mas dessa vez precisava de algo compacto. Extremamente compacto. Não precisaria armazenar grandes quantidades, pelo contrário, precisava apenas de uma máquina que trabalhasse constantemente para downloads em massa e conversões de arquivos de vídeo, basicamente. Dessa forma, poderia desligar com mais frequência meu notebook - Samsung RV415CD3BR, 500GB de HD e 8GB de RAM - enquanto meus downloads e tarefas com vídeos continuassem ativos. Obviamente que pensei logo em usar Linux, mas fui barrado novamente pelas minhas necessidades específicas e nem quis levar adiante a ideia. Mexendo nas minhas tralhas, encontrei uma licença do Windows 7 Professional e nem hesitei.

Sobre a configuração

- Placa mãe MSI J800I (M7877 v1.0) que foi descartada, que eu consegui recuperar e que dá vídeo 'rosa' (até dei uma olhada porque essa placa renasceu das cinzas - estava na chuva há semanas e consegui fazer com que ligasse e funcionasse normalmente, tirando o vídeo 'rosa' - mas não quis me dar trabalho, já que o server seria utilizado via remoto) com 4GB de RAM (2x 2GB)

- Fonte padrão SFX KMEX PN200 de 125W - dessa leva aqui, a feiosa - que foi desmontada e afixada diretamente dentro do gabinete do SSv2 (explico mais adiante sobre a dissipação)

- HD WDC WD1200BEVS-60RST0 (120GB)

- Microsoft Windows 7 Professional x64

O SSv2 não foi desenvolvido para ser utilizado como um computador de mesa. Pelo contrário: não possui portas externas VGA, porta serial e nem áudio. Inclusive desabilitei o áudio e a COM onboard dessa MSI e deixei somente o necessário. No painel traseiro, apenas a porta ethernet (/1000) e duas portas USB. Como o próprio nome diz, é um servidor, e como tal, a utilização se dará via remoto, tanto por TS quanto pelos softwares de uso geral.

Pelo site do fabricante, essa placa consome 10W. O que é incrivelmente desejável, já que o equipamento será utilizado por horas ininterruptas. Até poderia ter utilizado uma fonte de 12V entre 3 e 5A fornecendo tensão para essas plaquinhas splitter pra reduzir ainda mais o projeto e o consumo. Mas não tinha até o momento nenhuma fonte e o projeto já estava quase finalizando... Em todo caso, a fonte utilizada mal aquece! Até poderia ter mantido o sistema fanless, mas querendo ou não, aquece. Para evitar problemas futuros e também levando em conta a premissa diyPowered 'seja gentil com os componentes', decidi criar um túnel com dois coolers pequenos. Um deles, girando a 50%, traz ar frio de uma das laterais inferiores da parte frontal, passando pelo HD e placa mãe e desemboca praticamente na fonte; outro cooler, menor ainda, fixado em uma das laterais superiores da parte de trás, bem sobre a fonte, girando de acordo com a demanda fixada pelo BIOS - utilizando o pino SYSFAN - cuida de retirar o ar quente que naturalmente sobe e soprar para fora do gabinete. Este sistema simples garante a manutenção da temperatura geral interna do SSv2 com baixíssimo ruído.

Tudo foi minuciosamente definido: espaços, passagem dos cabos, dissipação, localização das conexões externas, suporte para a placa mãe/HD/fonte... tudo para que o espaço disponível fosse utilizado da melhor maneira possível sem que houvessem barreiras que atrapalhassem a circulação de ar. Por se tratar de um gabinete robusto e completamente 'de ferro', essa foi a parte mais complicada. A fixação dos componentes.

Indicadores do painel frontal

Originalmente, este antigo nobreak - postei sobre ele aqui e aqui ele foi desmontado e devidamente guardado por todo este tempo -  possuía apenas dois LEDs indicadores no painel frontal. Como não tenho brocas 3mm e também não pretendo comprar tão cedo, pensei em criar LEDs duplos. E foi o que fiz. O primeiro LED (de cima para baixo) possui a função POWER (azul) e HDD (vermelho). Fica sempre aceso em azul quando o server está ligado e muda de cor quando há atividade no disco, se 'tornando' roxo - pelo acender do LED vermelho, conhecimento básico sobre cores. Tive apenas que adicionar um resistor no LED azul para que a mistura das cores fosse mais ou menos uniforme. O segundo LED, logo abaixo do POWER/HDD, mostra o status da conexão ethernet. Dois LEDs também foram utilizados para este indicador de conectividade. O LED verde indica 'link' enquanto que um piscante amarelo indica 'activity' da rede. Os indicadores foram montados sobre um acrílico retirado de um roteador há muito tempo, que fazia esta mesma função com LEDs - formar um 'espelho' e conduzir a luz, técnica muito encontrada em eletrônicos. E deu um visual bastante interessante para o SSv2, o conjunto acrílico e as funções duplicadas dos LEDs. No escuro, o visual é bastante moderado, graças aos LEDs escolhidos, tornando o piscar dos LEDs bastante discreto. Até porque detesto aqueles LEDs gritantes que colocam nos projetos por aí.

Fico devendo um GIF ou um vídeo demonstrando o funcionamento dos LEDs multifuncionais.

Painel traseiro

Aproveitando os furos do próprio gabinete, adicionei um fusível externo - um bypass no fusível original da fonte - com uma chave AC que possui neon. Tanto o soquete do fusível quanto a chave AC foram retirados de um 'filtro de linha'. Mas esse é dos antigos, dá pra ter uma ideia pela cor dos componentes. No furo que havia uma chave AC original do nobreak, encaixei precisamente uma tomada 'padrão AT(X)' - não sei o nome do padrão. Puxei duas portas USB e uma tomada AC auxiliar para que seja fácil conectar um periférico de consumo baixo. E também a porta ethernet e os botões PW e RT, de power e reset. A ventilação foi explorada no painel traseiro com a utilização de telas metálicas que foram cortadas de uma carcaça de fonte ATX 'das boas'.

Originalmente, o gabinete possui suportes que permitem a sua fixação na parede. Mas como dificilmente vou prendê-lo na parede novamente, optei por utilizar quatro pés comerciais que já possuem fita dupla face 3M. E cola tão bem que para tirar essa fita da 3M, tem que chorar.

O projeto entra em produção hoje, data da postagem, às 22h, e será um dos projetos atualizáveis do diyPowered. Algumas funções extras estão em estudo para o SSv2, mas tudo dependerá do comportamento que será mostrado dentro das próximas semanas. Ainda pretendo realizar testes mais profundos sobre a dissipação do SSv2, com coolers e sem coolers, para fins de melhorias e estudo, que serão aplicados dentro das próximas horas após o lançamento do projeto. Sem mais delongas e deixando as portas abertas para os futuros updates...


Aspecto geral (desligado)

Painel frontal

Painel traseiro

Suporte para fixação em parede

Fixação dos pés comerciais


Comparativo de dimensões

Detalhe dos pés


Configuração de lançamento do SSv2

Pensando em melhorias, penso sim em aplicar silk e algum decalque para deixar com aspecto mais profissional. Por hora, é só.

Log do projeto

19/03/2016 - Gabinete definido e iniciado furação e instalação dos componentes
20/03/2016 - Todos os componentes afixados no gabinete e partindo para definições de painel, conectividade e demais detalhes externos; definido que equipamento terá suporte a NAS, configuração avançada de rede com acesso exclusivo via TS, dois discos isolados (backup e sistema) e controle de acesso por usuário local e externo
23/03/2016 - Fixação das portas USB, botões PW e RT, ethernet e uma tomada AC auxiliar para conexão aos equipamentos que possam vir a ser utilizados próximos ao SServer; definidos cores de LEDs e funções dos LEDs do painel, que possuirão funções duplas
24/03/2016 - Finalização das conexões internas, fixação dos LEDs duplos do painel frontal e primeiro teste; SServer subiu SO teste e tudo está funcionando; próximo passo é instalar o SO do zero com todas as configurações e recursos necessários e avaliar o aquecimento interno durante o procedimento; como a placa mãe é de baixo consumo, talvez não seja necessário a utilização de cooler, o que seria perfeito
25/03/2016 - Sistema Operacional definido, instalado e programas essenciais prontos para início das operações; todo o sistema opera de forma excelente, sem aquecimento excessivo e com consumo muito baixo; um dos discos foi removido e somente um disco permanece para todas as funções; criado túnel de vento utilizando dois coolers pequenos com giro alterado (para menos) para fazer com que o ar circule pelo equipamento e saia, com tomada de ar nova e saída do ar quente de forma eficaz; o aquecimento total do equipamento dispensaria cooler, mas se tratando de um sistema compacto que operará por horas seguidas sem interrupção, achei por bem circular o ar; em processo de finalização
26/03/2016 - Projeto finalizado!

** 07/04/2015

No dia anterior, chaveei a fonte para trabalhar em 127V por conta da saída de um nobreak NHS recém adquirido - alô, Cristian! - e hoje, ao me esquecer desse detalhe, meti o server na tomada 220V direto, como vinha fazendo até então. Ouvi um ruído característico de fonte chaveada em sobrecarga que logo deixou de soar. Foi quando me dei conta de que havia preparado o server para 127V e tirei a tomada rapidamente. Como fiz aquele bypass no fusível original da fonte para instalar um porta fusível externamente, foi fácil verificar que o sistema básico funcionou protegendo a fonte. Não sentindo cheiro de queimado nem vendo fumaça subir, troquei o fusível e liguei de novo - dessa vez na saída do nobreak - com a cara e a coragem - e a preguiça de ter que reparar essa fonte, provavelmente. Para minha surpresa, tudo segue funcionando. Parabéns para o projeto dessa fonte,  que além de entregar as tensões 'redondinhas', também possui um fusível muito bem dimensionado.

** 21/04/2016

Conforme disse anteriormente, executei testes de stress para checar as temperaturas máximas de trabalho do SSv2. Não havia postado ainda por falta de tempo mesmo. Todos os dados foram obtidos utilizando o MON1USB, publicado aqui também.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Teste #1 [ COOLER ON ] [ STRESS ON ]

Teste de stress a 80% com túnel de vento ativo em 26/03/2016.

Objetivo

Verificação de temperatura média interna com o túnel de vento ativo a fim de avaliar a necessidade real da utilização de coolers na manutenção da temperatura do gabinete do SSv2.

Condições

Teste de stress com carga de 80% para RAM, processador, disco R/W, vídeo 2D e 3D e placa ethernet.

Status monitorado com temperatura ambiente de 22ºC

19h10min - inicialização do sistema com temperatura interna de 29ºC
19h28min - iniciado o teste de stress a 32ºC
21h50min - leitura de 39,1ºC
23h10min - leitura de 36,1ºC

Fim do teste com temperatura mínima de 36,1ºC e máxima de 39,1ºC

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Teste #2 [ COOLER OFF ] [ STRESS ON ]

Teste de stress a 80% com túnel de vento inativo em 27/03/2016.

Objetivo

Verificação de temperatura média interna com o túnel de vento inativo a fim de avaliar a necessidade real da utilização de coolers na manutenção da temperatura do gabinete do SSv2.

Condições

Teste de stress com carga de 80% para RAM, processador, disco R/W, vídeo 2D e 3D e placa ethernet.

Status monitorado com temperatura ambiente de 26ºC

11h30min - inicialização do sistema com temperatura interna de 26,7ºC
11h32min - iniciado o teste de stress a 27,4ºC
13h52min - leitura de 48,6C
15h52min - leitura de 47,5ºC

Fim do teste com temperatura mínima de 47,5ºC e máxima de 48,6ºC

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Teste #3 [ COOLER OFF ] [ STRESS OFF ]

Verificação de temperatura sem teste de stress com túnel de vento inativo em 27/03/2016.

Objetivo

Verificação de temperatura no ponto médio da fonte de alimentação - entre dissipadores - e dissipador do processador com o túnel de vento inativo a fim de avaliar a necessidade real da utilização de coolers na manutenção da temperatura do gabinete do SSv2.

Condições

Sistema inicializado e sem carga efetiva.

Status monitorado com temperatura ambiente de 23ºC

Temperatura entre dissipadores - leitura de 61,6ºC
Processador - leitura de 50ºC

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Teste #4 [ COOLER ON ] [ STRESS OFF ]

Verificação de temperatura sem teste de stress com túnel de vento ativo em 27/03/2016.

Objetivo

Verificação de temperatura no ponto médio da fonte de alimentação - entre dissipadores - e dissipador do processador com o túnel de vento ativo a fim de avaliar a necessidade real da utilização de coolers na manutenção da temperatura do gabinete do SSv2.

Condições

Sistema inicializado e sem carga efetiva.

Status monitorado com temperatura ambiente de 24ºC

Temperatura entre dissipadores - leitura de 45,2ºC
Processador - leitura de 40ºC

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Conclusão

É visto que ambos os testes principais - #1 e #2 - ocorreram em dias de clima mais ameno, em período de tempo determinado e com extrema carga em todo o sistema. Obviamente que nas condições de utilização normais, talvez nem metade da carga aplicada nos testes seja requerida. Mas ao obter tais dados com a utilização de tamanha carga, é possível determinar se existe ou não a necessidade da utilização do túnel de vento.

De acordo com a premissa do diyPowered, que prega a gentileza e o bom senso para com os limites dos projetos, fica determinado que o SSv2 utilizará sim o túnel de vento para manutenção da temperatura interna, aumentando a vida útil do equipamento e tornando a operação mais segura. Para ilustrar, basta aumentar proporcionalmente a temperatura ambiente do segundo teste - verificação de temperatura média interna com túnel de vento inativo - em apenas 8ºC, que nos elevaria a uma temperatura de verão de 34ºC e calcular a temperatura máxima alcançada pela leitura às 13h52min. Dos 48,6ºC chegaríamos facilmente aos 54,6º, nada desejável.

---------------------------------------------------------------------------------------------------------

Fim dos testes.

REN - Media Center

Produzido 100% a partir de lixo eletrônico, o REN Media Center reproduz vídeos, imagens e músicas a partir do software dedicado Kodi com alto rendimento e baixíssimo consumo de energia

Recebi um notebook pelos Correios lá das bandas da Costa Verde do Rio de Janeiro (salve, salve, Alex!) para ver se tinha salvação. Se tratava de um Acteon ACT-M5 sem fonte, com bateria esgotada e que, segundo ele, estava parado há muito tempo. Testando tudo minuciosamente, cheguei ao  seguinte veredito:

  • Bateria morta
  • HD destruído
  • Teclado com várias teclas não funcionais
  • Display com pouco brilho (desgaste natural)
  • TouchPad pouco sensível
  • Cooler travado com 'rolamento' desgastado
  • Módulo de memória 'solto' do slot

Passei o estado da máquina pro Alex e ele disse pra mandar pro desmanche. Foi o que fiz. De toda a máquina, salvei apenas a placa mãe com processador, memória, dissipador com cooler e o leitor/gravador de DVD. Sabia que um dia faria alguma coisa com essa plaquinha. Tirando o chipset SiS 672, não é das piores não:


Primeiros testes de hardware (detalhe na placa)


  • Mobile Intel Celeron 530, 1733 MHz (13 x 133)
  • Chipset SiS 672(FX)
  • Vídeo SiS Mirage 3 Graphics (128 MB)
  • Áudio Realtek ALC662 SiS 7012 PCI Sound Chip
  • Up to 2GB DDR2 667MHz
  • Wireless b/g

Minhas primeiras ideias partiam desde montar uma jukebox para vender ou presentar um amigo até transformar essa plaquinha num console de SNES com milhares de jogos. Parei por aí e deixei a plaquinha limpinha e bem guardada até uns meses atrás, quando decidi montar um media center para que pudéssemos assistir nossos filmes em formatos de maior qualidade, já que hoje preciso converter TODOS os vídeos para que nossos aparelhos de DVD consigam reproduzir pela USB via pen drive. Imagina que trabalhão. Fora que perdemos um tempão convertendo filmes que poderíamos estar assistindo em qualidade bastante superior àquela 'máxima' suportada pelos leitores USB dos DVD's. Enfim. Iniciei o projeto no papel, definindo todas as prioridades e dependências para o projeto, limitações e prevendo todos os problemas. Na teoria tudo dava pé.

A primeira ideia era utilizar uma carcaça de um nobreak APC bem bonita que tenho guardada há algum tempo. Daí, eu deixaria embutida uma bateria e placa para backup da fonte. Seria ótimo se a placa mãe coubesse. Não funcionou. Depois me lembrei de um modelo de switch da D-Link que poderia ser perfeito para o projeto. Me veio o Jair - bandido! - com mais lixo eletrônico do trabalho e lá no meio tinha um D-Link! Algumas portas não funcionavam mais, outras sim. A fonte estava em perfeito estado, guardei com satisfação e segui para medir os espaços disponíveis no gabinete versus dimensões da placa mãe e todo o resto - HD, fonte, etc. Com uma precisão cirúrgica, todos os componentes para o media center couberam dentro do gabinete!

Iniciei a preparação limpando o gabinete e formando uma série de pinos com rosca - desses comuns de gabinete de desktop - para fixação da placa mãe. Encaixe perfeito, parti para alocação do HD e da fonte, assim como as adaptações no dissipador de calor do chipset e do processador, já que não caberia em seu formato original.


Pinos para fixação da placa mãe prontos

Fonte (pinos já afixados)

Placa mãe (pinos já afixados)


Maiores desafios

Um dos maiores desafios foi manter o sistema operando em faixas de temperaturas confortáveis sem altos ruídos de cooler, mesmo em sessões de maior processamento. Como cortei um pedaço considerável do dissipador original, precisei estudar a posição ideal para um cooler ventilar sobre o processador mas que também incluísse parte dessa ventilação para o chipset. Já primeira tentativa deu muito certo, com um cooler 5V de perfil baixo que foi conectado diretamente ao controlador CPU FAN da placa, que foi retirado de uma dessas bases ventiladas para notebook - 'presente' do mesmo Jair há algum tempo, juntamente com um hub USB que está em uso com o PCR - até que eu quebrei acidentalmente uma das pás desse cooler, que já estava perfeitamente afixado. Por pouco o projeto não parou... Fui salvo por um cooler 12V de placa de vídeo, que foi conectado diretamente ao controlador CPU FAN utilizando um driver com um transistor para acioná-lo em 12V, tensão diferente dos 5V fornecidos ao cooler original. Perfeitamente funcional. A mesma técnica foi aplicada ao cooler auxiliar, que retira o calor do interior do gabinete e que também é acionado por um driver similar via 5V, de uma das portas USB. Também funciona perfeitamente e sem interferir na tensão da porta. Para ilustrar melhor, as tensões 5V tanto da porta USB quanto do conector original CPU FAN servem apenas como 'gatilho' para excitar a base do transistor que, por sua vez, libera a tensão para os coolers 12V.


Esquema dos drivers 12V

Cooler retirado de placa de vídeo com driver para 12V

Detalhe do cooler auxiliar (ainda sem driver 12V)


E sim, eu pensei em montar com dissipação passiva - e nem seria tão difícil dissipar essa plaquinha. Mas com esse mínimo espaço, nem levei a ideia para frente... Como se trata de um projeto constantemente atualizado, esse cooler principal poderá vir a ser substituído no futuro por outro de melhor desempenho.

Outro desafio foi criar um cabo de dados para o HD. Para quem não sabe, a maioria das placas de notebook e netbook possui encaixe para conectar diretamente ao HD, em raras exceções você encontrará um cabo flat ou similar conectando o disco ao controlador da placa. Foi necessário instalar o HD na parte inferior do gabinete para aproveitar o (pouco) espaço disponível, daí a necessidade desse cabo de dados. O primeiro teste falhou: a placa não reconhecia o disco por conta do tipo de fio utilizado e também pelo seu comprimento. Utilizando um cabo de dados SATA padrão com comprimento calculado para reduzir ao máximo a distância entre o disco e a placa o problema foi sanado e a transferência de dados foi normalizada dentro de seus parâmetros normais.


Detalhe da fonte 12V x 5A
Não tinha a fonte original do notebook e tampouco queria desembolsar cerca de R$ 80 numa fonte universal razoável. Como não iria utilizar a bateria, a tensão necessária para fazer a placa funcionar cairia bruscamente dos seus 20V originais. As tensões das fontes dos notebooks são mais altas do que seria o necessário para o sistema funcionar por conta das baterias que precisam ser recarregadas. Logo, como não teria bateria para recarregar sempre, optei por testar uma ótima fonte chaveada de 12V x 5A - valeu, Jair! - e tudo funcionou perfeitamente sem qualquer problema. Todas as tensões estavam corretas, o desempenho do sistema não foi perdido e nenhum problema foi encontrado. Essa fonte está superdimensionada em corrente, obviamente, mas como poderemos ter HD's externos plugados nas USB's frontais, teclados e também por termos, internamente, um adaptador wireless numa das portas, corrente sobrando não faz mal a ninguém. Poderia ter testado tensões menores até, em prol da curiosidade, para alimentar essa placa. Mas não quis perder tempo e nem correr riscos.

Conversor VGA x Vídeo Composto

Mas como ligar esse negócio se a saída é VGA e nossas TV's possuem somente vídeo componente e vídeo composto? Vou comprar um conversor VGA para TV e pronto. Não vamos degradar tanto a imagem a ponto de perdermos mais qualidade do que já perdemos nas conversões de formato e tamanho. Logo menos eu posto aqui uma atualização do media center com o conversor, que já foi comprado e que deve estar chegando a qualquer momento.


Detalhe do cabo VGA e RCA (áudio)


Segundo o fabricante, esse conversor é alimentado diretamente pela USB, ou seja, 5V. Pensei em embutir esse circuito no media center, mas geraria mais calor ainda e, muito provavelmente, eu precisaria adaptar novamente todo o interior... então, optei por manter o cabo VGA saindo pela traseira do media center e operando o conversor externamente, até por conta dos seus botões de controle de imagem.

Sistema Operacional

Minha ideia inicial em qualquer projeto que envolva computadores é utilizar Linux. Preferencialmente, uma distro voltada ao propósito. Resumindo a jornada, encontrei problemas com o driver de vídeo SiS 672 e tentei milhares de soluções para resolver. A maioria das 'soluções' matava a instalação e eu precisava recomeçar do zero... Uma das mais simples e que eu teria mantido caso funcionasse era o GeexBox. Achei muito leve e prático, mas o vídeo não funcionava... Voltei ao velho e funcional Windows, em sua versão 7 - por conta do processamento de vídeo específico do Kodi. Até pensei em usar o XP, mas o vídeo não oferecia suporte ao Kodi. Utilizei uma das minhas licenças do 7 Home Basic, atualizei até a data dessa postagem e tudo segue funcional e com um ótimo desempenho.


Teste com Linux (sem driver de vídeo)


Então, vamos falar de configurações. Ficamos assim:

  • Microsoft Windows 7 Home Basic x86 SP1
  • Kodi 'Helix' 14.2 para Windows (x86)
  • K-Lite Codec Pack 11.1.0 Mega
  • Link One USB Wireless b/g/n 150MB/s (a placa wireless original foi removida)
  • 2GB DDR2 667MHz
  • HD Samsung 320GB
  • 2 portas USB frontais 2.0 + 1 porta interna livre
  • Pasta 'kodi' compartilhada na rede local para atualizações gerais
  • Conectividade via LAN, se necessário
  • LED's frontais: indicador de ligado (verde) e atividade WLAN (laranja)
  • Saída de áudio via RCA (L+R)
  • Ventilação dupla: entrada direto para dissipador e lateral para retirar ar quente
  • Bivolt automático 100VAC~240VAC


Interior finalizado

Kodi rodando

Reprodução de vídeo (skin padrão)


Sobre o acabamento

Todo mundo sabe que a D-Link e a maioria das empresas adora prensar os gabinetes metálicos com seus logos. E esse aqui não era diferente. Minha digníssima foi bem espertinha em sugerir a aplicação de massa acrílica, dessas de parede mesmo, para preencher o baixo relevo com o logo. Estávamos retirando uns quadros da parede e tapando os furos com essa massa, e daí ela mesma o fez. Só lixei depois de seco e revesti a tampa.


Baixo relevo original do gabinete


A frente do media center tem partes de mais de um defunto: tampas de baia de CD-ROM servem de base para o painel e dois acrílicos transparentes centrais que foram retirados de uma impressora EPSON formam os indicadores de ligado e de atividade de rede. Claro, também existem mais partes de outros defuntos como os LED's, parafusos, portas USB frontais, botão ON/OFF que saiu de um modem D-Link antigo... é o lixo se renovando. A ideia nasceu em janeiro desse mesmo ano, mas só comecei a trabalhar no media center em fevereiro, quando consegui o switch para reciclar.


Detalhe dos LED's frontais (no escuro é legal e discreto)


Detalhe da ventilação principal

Portas USB 2.0 e botão ON/OFF de pressão

Etiqueta de licenciamento do Windows 7


Dois parafusos na diagonal parafixação do HD

Detalhe dos LED's frontais apagados



E o nome REN? Não é sigla de alguma tecnologia e nem abrevia qualquer informação. É parte do nome da minha digníssima esposa. O projeto é dedicado a você, tranqueira. Agora seu computador não vai mais ficar ligado a noite inteira convertendo filmes, nem vamos ter aquele dilema de que o filme X só roda na sala e o Y só roda no quarto. Agradeço pelo apoio e pelas ideias com este e com outros projetos =]




Log do projeto

25/02/2015 - Desmontagem e limpeza do gabinete do switch; adaptações na dissipação do processador e chipset da placa mãe para reduzir dimensões
06/03/2015 - Aquisição (valeu, Jair!) de fonte 12V x 5A chaveada de um antigo notebook
09/03/2015 - Marcação e produção de pinos com rosca para fixação da placa mãe ao gabinete
10/03/2015 - Definições finais de posicionamento da fonte e HD; estudo sobre ventilação e dissipação do gabinete
11/03/2015 - Posicionamento da fonte e placa mãe definidos; gabinete com pinagem pronta e medida para a placa mãe
14/03/2015 - Instalação de SO e testes com software para Media Center concluídos com sucesso; furação e acondicionamento do HD;
15/03/2015 - Acondicionamento da fonte, HD e placa mãe no gabinete em teste conclusivo obteve êxito; um novo cabo de dados foi construído para aprimorar a transferência entre o HD e a controladora
16/03/2-15 - Estudo para ventilação interna com o mínimo de ruído e consumo; início da preparação do painel frontal com indicadores, portas e controles e finalização do interior com acondicionamento e fixação de componentes
20/03/2015 - Painel frontal definido e em montagem; testes conclusivos quanto ao Sistema Operacional e ao Kodi para Windows
21/02/2015 - Versão do Linux incompatível para o hardware disponível; testes mostraram extremo uso de CPU e baixo desempenho de vídeo, condições nada favoráveis ao uso do Media Center para processamento de vídeos por longos períodos de tempo devido ao aquecimento excessivo; como o Kodi necessita de processamento de vídeo mais específico, não é possível utilizar distros mais simples; voltamos ao Windows
22/03/2015 - Finalização das instalações de Sistema Operacional e Kodi para Windows com sucesso; drivers atualizados, plugins instalados e hardware funcional com total desempenho e otimização de consumo de energia para menor aquecimento possível; furação do gabinete para fixação dos coolers e passagem de ar; definição de cores e funções indicados por LEDS no painel frontal; cabo de vídeo e áudio saem por trás do gabinete, áudio via RCA e vídeo via VGA por cabo montado e pronto
24/03/2015 - Painel montado com dois LEDS indicadores de 'ligado' e 'rede' e botão de pressão NA para ligar e desligar a placa; cooler afixado na tampa furada previamente para resfriar o chipset e o processador e outro cooler afixado na lateral para retirar o calor interno;
28/03/2015 - Gabinete fechado para testes finais de desempenho e verificação de aquecimento; testes preliminares indicam sucesso na orientação dos coolers e da otimização do espaço disponível no gabinete
07 e 08/04/2015 - Testes com distros Linux específicas para Media Center para tentar livrar o projeto do Windows em progresso
09/04/2015 - Placa gráfica SIS 672 (pavor) acabou com os planos de utilizar Linux - seria o GeexBox, que é ótimo - no REN, o que nos leva de volta ao Windows em definitivo na versão Home Basic x86; toda a parte técnica está pronta, todos os drivers e softwares instalados e o desempenho está muito satisfatório; REN será finalizado com acabamento em seu gabinete para utilização e publicação no blog

12/04/2015 - Alteração de última hora para cobertura fina no gabinete para melhor acabamento e instalação de filtro de ar para impedir que partículas de pó e outros agentes penetrem no gabinete por meio do cooler principal

14/04/2015 - Quebrei acidentalmente uma das pás do cooler principal e estou procurando um substituto para finalizar o projeto...

16/04/2015 - Consegui adaptar um cooler de placa de vídeo (12V) para ser controlado pela placa mãe do media center no mesmo conector do cooler original (5V) apenas usando um driver (transistor) e pelos testes que estão sendo executados desde a manhã de hoje, parece definitivo e funcional; até pensei em manter o cooler girando em 5V para reduzir o ruído ao máximo, mas aquece demais e não quero manter o aparelho trabalhando nessas condições

17/04/2015 - REN Media Center concluído e funcional

** 07/05/2016

Pois é. O projeto foi descontinuado e só agora conseguir parar e editar o vídeo com a demonstração dos LEDs do painel frontal. Antes tarde do que nunca.



PCR - Gravação inteligente de imagens de segurança e controle remoto de sistemas eletrônicos via porta paralela

Uma derivação de DVR, que é um equipamento para gravação de câmeras de segurança, o PCR é um computador capaz de gerenciar sua própria energia e alguns equipamentos de segurança pela porta paralela enquanto grava imagens com recursos avançados de detecção de movimento e gerenciamento de espaço em disco

Possuo uma ótima central de alarme em casa da ZSE conectada a uma discadora GSM Westron e faz tempo que penso em instalar câmeras para aumentar nosso nível de segurança. Não que a cidade seja violenta, mas a gente reforça a porta antes que ela seja arrombada. Parti do princípio de que um DVR tradicional não daria conta do recado, porque não seria possível controlar outros equipamentos. E porque são muito caros, a manutenção é cara e as câmeras são absurdamente caras pela qualidade da imagem que elas apresentam. A primeira opção foi mesmo um computador.

Consegui um micro Intel Atom 1.6GHz com 2GB de RAM e placa mãe ECS 945GCD-I230 V.1 num gabinete mini-ITX com fonte de 350W que, a princípio, seria para montar outra jukebox. Alguns testes feitos, cheguei à conclusão de que a máquina rodaria Windows 7 Professional x86 em modo de máximo desempenho e com suporte habilitado para Área de Trabalho Remota - já que seria instalado junto a central de alarme e de outros equipamentos no alto, em local seguro e fora do alcance das mãos. O software escolhido para gerenciar as câmeras é o iSpy Connect, que se mostrou muito eficiente, dinâmico e leve.

Entusiastas diriam que a máquina é 'fraca' para gerenciar vídeo. Discordo, já que a máquina se resume ao sistema operacional e ao software das câmeras, e que nada mais roda em cima disso. Até pensei em aumentar a memória, ao menos, mas as limitações são muitas nos mini-ITX e a ideia é não investir em algo que funciona bem da forma como veio para minha bancada.

As únicas alterações no hardware foram a furação do gabinete para fixação à parede, a instalação do HD e um display LCD com backlight para monitorar a temperatura interna - sim, gera algum calor e eu não pretendo acessar a máquina com frequência para ver o quanto está suja. O PCR é capaz de controlar - pela porta paralela - remotamente a central de alarme e outras coisas, grava imagens de todos os ângulos da casa sem pontos cegos, possui capacidade de gravação estendida graças ao software que gerencia o espaço em disco e monitora movimento - só grava quando detecta movimento nas câmeras - em configuração totalmente gerenciável. O sistema de controle gerenciável pela porta paralela será publicado em breve no blog e conta com até oito canais de acionamento remoto NF e NA.

Por questões óbvias, maiores informações sobre a integração dos sistemas de segurança não serão divulgadas. O micro em questão também seria lixo eletrônico.


PC-R Server ativo e funcional

** 21/09/2014

- Quatro câmeras foram adicionadas ao sistema com previsão de mais duas;
- Gestão de disco aprimorada;
- Gestão de energia aprimorada;
- Roteador/Switch substituído para aprimorar a velocidade;
- Aprimoramento do monitor de temperatura e substituição do backlight (luz laranja, menos brilho, mais discrição) e LED azul (MSGLED) desligado;
- Ventilação aprimorada com menos ruído e maior área coberta;
- Cooler da fonte invertido (melhora a ventilação e reduz ruído de atrito)


Detalhe do monitor de temperatura

Disposição e conexões

** 03/11/2014

- Nova câmera adicionada (5 no total);
- Dissipação de calor aprimorada com cooler externo com controle de temperatura X velocidade;
- Redução do ruído gerado pelo cooler;
- Temperatura interna drasticamente reduzida;


Temperatura controlada (dia quente)

Cooler out/in adicionado

Placa de controle do cooler (sensor no dissipador)

Cooler 80x80mm controlado (giro baixo em
condições normais)

** 08/12/2014

- HD substituído e sistema operacional reinstalado na versão x64;
- iSpy reinstalado na versão x64 e atualizado para a última versão (nesta data);
- Real VNC Enterprise instalado para acesso remoto (LAN) aprimorando a velocidade e a praticidade na manutenção;
- Câmeras reconfiguradas para menor consumo de memória mas mantendo a fidelidade e a resposta de gravação com buffer de 5s e sensor de movimento fino;

Considerações gerais: as versões x64 gerenciam de forma mais eficiente a questão da memória, mas na máquina em questão, o resultado não foi satisfatório dada a limitação de 2GB (DDR2) na placa mãe, que não possui dois slots para expansão. A diferença de desempenho se compararmos a versão anterior do PCR, que usava SO x86 com iSpy obviamente na versão x86, é quase imperceptível. De toda forma, esta atualização não será revertida de imediato, mas futuramente, numa possível manutenção de disco ou coisa que o valha.

Também estudo a possibilidade de implantar o Zone Minder, que roda em Linux. Seria o SO perfeito para a aplicação PCR, mas ainda não me convenci a mudar todo o sistema já implantado e familiarizado, embora as perspectivas sejam favoráveis até agora.

** 03/01/2015

O PCR foi removido das suas instalações para manutenção preventiva e limpeza de todos os coolers e do gabinete. Em uso desde agosto de 2014, esta é a primeira vez que passa por tamanha manutenção. E não estava tão sujo, mas prefiro não deixar acumular pó.

- Downgrade de HD (320GB para 80GB) por questões óbvias;
- Sistema operacional x86 reinstalado e iSpy na versão x86 também por questões de desempenho;
- Buffer das câmeras reduzido para 2s porque os prints (media, espaço abaixo das câmeras onde são exibidas as gravações) perdem o instante do disparo;
- Pen drive de 4GB utilizado como cache do sistema (Microsoft ReadyBoost) melhorou o desempenho e a velocidade do acesso remoto, bem como o consumo de CPU e memória (física e paginação) em níveis impressionantes;
- Cooler externo (vide última atualização) reduzido para 5V (a temperatura necessitava passar dos 50ºC para que a alteração de velocidade fosse autorizada, logo, não quis arriscar em trabalhar nessas condições) e circuito de controle descartado;
- Cooler afixado no dissipador do processador reduziu em 10ºC a temperatura;
- Cooler afixado na parte superior do gabinete para remover o calor aprimorou a manutenção da temperatura interna.

A substituição do HD de notebook por um de desktop aumentou a dissipação de calor interna, o que me obrigou a rever a estrutura anterior. Na atual configuração, a temperatura não ultrapassou os 42ºC num dia de 33ºC. Achei bastante razoável.

** 23/04/2015

Na última manutenção, estudei novamente a questão da ventilação e deixei apenas o cooler externo ligado em 5V, retirando os internos para reduzir o ruído. Também instalei outro monitor de temperatura para o HD, e desliguei os backlights por causa da iluminação excessiva do ambiente. Num futuro próximo, pretendo substituir o gabinete do PCR por outro com melhor ventilação natural, ainda que seja maior, e também há projeto para camuflar todos os objetos de segurança da casa, retirando o PCR e todos os equipamentos do local original para mantê-los em maior segurança. Também tenho algumas ideias no papel para transformar o PCR num servidor de arquivos central, mas isso é coisa para o futuro.

As últimas versões do iSpy passaram a se comportar como as últimas versões do Ubuntu: muito consumo de CPU e RAM para recursos que nem são utilizados. Muito provavelmente, vou remover a instalação atual e passar a utilizar uma versão mais antiga, sem recursos inúteis como suporte extremo ao Youtube.




Compartilhe com alguém!