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Projeto Labrador - PH'AMP v2 - Amplificador HI-FI para fones de ouvido (retorno)

Um grande aliado na gravação de voz, principalmente, um bom monitor é essencial em qualquer home studio e já na sua segunda versão, batizada de PH'AMP, mais uma vez surpreende com a grande qualidade e grande gama de respostas

Pois é. Mesmo após a chegada da Q502USB, achei muito necessário possuir um monitor de fones de ouvido à disposição. Porque a saída de fones da Q502USB não vai me dar exatamente o sinal que eu quero ouvir, já que utilizo pela interface USB. Quero ouvir o som grosseiro da saída análoga da placa de som, como sempre o fiz. Não há muito o que dizer sobre esse projeto, tanto pela sua simplicidade quanto pelo seu uso.

A primeira versão do monitor ficou meio bagual - como se diz aqui na fronteira - mas funcionava muito bem e tinha suporte para até 4 fones de ouvido. Isso foi há mais de 4 anos. A única coisa que não consegui implantar na época foi o controle de volume individual para cada saída por falta de espaço físico mesmo, o que obrigava a utilização de fones com controle próprio. 

O novo monitor conta com controles individuais de volume para cada canal, de forma a permitir a compensação do balanço, ajustes finos 'bright/presence' individuais para cada canal, um LED laranja bem legal indicador de ligado e dois LEDs amarelos que indicam clip na entrada. Coisa muito útil e quase indispensável para mim. Fiquei em dúvida se fazia o projeto com bypass manual entre fones e saída para linha ou se mantinha apenas a entrada de áudio tradicional. Fui induzido a manter somente a entrada de áudio tradicional por conta de um outro projeto que está na manga faz tempo, que permitirá um mega bypass entre a fonte original de áudio e a potência, permitindo a audição crua do sinal sem qualquer aplicação do set. E vai ficar muito charmoso, esse novo projeto, todo vintage.

Utilizo o mesmo padrão dos projetos Labrador, com conexões traseiras removíveis e simplificadas. Utilizei como coração do projeto uma placa completa de um antigo par de caixas de som multimídia HI-FI (pelo menos dizia isso) que utiliza uma montagem muito eficiente e bonita, com um CI tapado por um grande dissipador de calor, alimentado por 12V vindo de um regulador 7812. A tensão que chegava nessas caixinhas vinha do monitor de vídeo, e pelo que pesquisei, era algo em torno dos 15V. Não quis remover o dissipador do CI, mesmo morrendo de curiosidade para saber quem é aquele carinha, porque o maior julgador de qualidade é o ouvido. E mesmo no escuro, sem ter ideia de qual CI tenho ali, a qualidade é muito grande, tanto em peso quanto em médios e agudos. Números são importantes, mas quem vai dizer mesmo o que temos tocando são nossos ouvidos. Então, como a qualidade me agrada muito, o projeto é bem feito e o restante do projeto - fonte, filtros, etc. - foi feito por mim, confio no que ouço. 

Deveria ser assim: confio no que ouço. E ponto. E sem mais delongas, vamos aos .jpeg =]


Com seus irmãos no set

LED laranja ao centro e amarelos (laterais)

Controles individuais por canal com bright/presence

GeForce 8500GT - mais do velho e bom lixo eletrônico

Ganhei esses dois presentes hoje, do mesmo Jair de antes. Ainda não liguei nem sequer desmontei pra limpar - embora já estejam bem limpas, gosto de substituir a pasta térmica original dos equipamentos. Vou atualizar a postagem assim que deixá-las como novas. Uma delas já tem destino certo: meu novo desktop reciclado que está sendo equipado para servir de estação de trabalho gráfico-audiovisual no meu novo home studio. Tudo caminha a mil por hora, e a máquina está com uma configuração muito interessante. Em breve posto sobre tudo isso e também sobre a minha experiência com o Ubuntu Studio, que aconteceu por mera curiosidade após ter conhecido a plataforma há alguns anos e também por eu ter iniciado em softwares livres como o Audacity.

Vem história por aí...






** 13/07/2015

Nenhuma das duas se salvou. Uma delas, tela azul. A outra, sem suporte a resoluções maiores que 1280x1024 e com manchas na tela. Nem limpeza nem reflow resolveram, nem troca de alguns componentes. Em todo caso, sempre se aproveita alguma coisa...





Os dissipadores de placas de vídeo são ótimos e você pode aproveitar para montar fontes reguladas/chaveadas, pequenos amplificadores e até amplificadores mais potentes, desde que você consiga um dissipador generoso ou utilize cooler auxiliar.

Outros dois dissipadores reaproveitados de placas de vídeo que serão utilizados muito em breve num projeto novo...  update! aqui está o projeto que levou esses carinhas aí!


Caixas acústicas STi recuperadas

Dia desses me deparei com esse par de caixinhas simpáticas no lixo e não resisti. A princípio, não tinha som, apenas o LED se iluminava. Como estavam em bom estado - embora imundas - achei por bem pegá-las pra mim. Sempre bom ter uma caixinha dessas em mãos.

Desmontei ela todinha e descobri apenas um mau contato no cabo de entrada de áudio. Tudo funcionava perfeitamente e por incrível que pareça, ela tinha uma qualidade de áudio bastante satisfatória. A única alteração que fiz foi trocar o LED verde original por um amarelo. Pura vaidade mesmo. Sem maiores delongas, seguem as fotos.







microSub Multimídia

Utilizando filtros ativos, um falante de 8" e alguns poucos e fiéis componentes, o microSub foi muito utilizado há algum tempo em conjunto com dois satélites 2.1 da Creative. O resultado final foram graves intensos e aveludados com os limpos médios e agudos que somente uma Creative pode oferecer

Um dos primeiros projetos que finalizei. E faz muito tempo. Caixinhas 2.1 não são capazes de fornecer graves razoáveis e como eu não suporto ficar sem graves, decidi montar esse monstrinho utilizando toda e qualquer sucata. O aspecto final não seria muito importante, já que a ideia era não gastar com isso. Utilizando filtro ativo, dois TDA2030 em ponte num falante de 8" com impedância de 8R, montei tudo numa caixa firme de MDF com entrada RCA e saídas P2 para os satélites. Pena que me desfiz desse microSub, era excelente.

No painel, um controle de volume para os graves e um controle para os satélites. Um LED bicolor indicador de atividade (branco) e outro (vermelho) indicador de espera. Quando não detectava áudio por cinco minutos corridos, entrava em espera e silenciava as saídas, desconectando também a alimentação dos TDA. Outros dois LED's brancos indicavam Input Signal e fusível DC. Também havia uma chave que desligava a espera do microSub, mantendo-o desligado de forma permanente. O revestimento externo? Jornal com verniz incolor.



microSub ligado (sem knobs mesmo)

Em espera (sem sinal de áudio)

PWA 700T - Amplificador de potência AB 700W de baixa distorção

Baseado nos princípios básicos do PWA 5000, o PWA 700T é uma versão mais enxuta com um gabinete sob medida - acredite se quiser

Exatamente como você leu. A ideia aqui era cortar todo e qualquer custo - o aspecto final não era importante para o 'cliente' - para investir na potência. O transformador de 45V+45V x 8A veio de um mini system e serviu para empurrar toda potência possível de ser tirada dos TIP142 e 147. Com capacitores gordos, pré-amplificador embutido com controle de ganho, Signal Level e monitores DC básicos, o esquisitão aí empurrava sem dó dois falantes de 15" pesados com graves avassaladores. 



Painel dianteiro com o aparelho ligado e com sinal

PWA 5000 - Amplificador de potência AB 500W de baixa distorção

Alto desempenho em dimensões reduzidas, monitores de tensão AC/DC, proteção contra surtos na rede elétrica, alta potência e baixa distorção, dissipação controlada e fonte superdimensionada fazem do que seria um simples projeto, um conceito

Desenvolvido com materiais de primeira linha previamente selecionados, o PWA 5000 foi concebido para ser utilizado como via de retorno em shows pequenos e também em ensaios. O circuito - baseado nos TIP142/147 e alguns transistores de média e baixa potência - foi cuidadosamente desenvolvido para agregar toda potência possível com baixíssima distorção, um timbre pesado com médios aveludados e agudos muito bem definidos. Para ouvir suas nuances foram utilizadas duas caixas acústicas dignas de três vias com falantes secos de 12" com capacidade de 300W por unidade e impedância de 8R. 

O PWA 5000 possui monitor de temperatura LCD com backlight e dois coolers 80x80 girando a 40% da capacidade e aumentando a rotação de acordo com a necessidade do sistema. Claro que sistemas dissipativos são mais práticos, mas, neste caso, como a potência é alta e o gabinete reduzido, foi necessário manter a temperatura do sistema controlada. O circuito controlador dos coolers foi desenvolvido exclusivamente para o PWA 5000 e conta com um sensor afixado no dissipador da potência e um sensor de temperatura média interna, afixado no centro do gabinete. 

No painel traseiro encontram-se três pares de conectores RCA - Input, Line 1 (saída para mais amplificadores) e Line Out, que é uma saída em nível de gravação - quatro bornes de saída, fusível AC, chave seletora de tensão e conector AC com pino GND. Já no painel dianteiro temos os LED's dos monitores AC e DC, chave ON/OFF e a saída dos túneis de ventilação. Os minimalistas diriam que são muitos cuidados para um equipamento simplório, mas já discordando, a ideia aqui - e em todos os meus projetos - é aumentar a vida útil ao máximo e baixar a manutenção futura. E isso é simples se você respeita os limites e tem bom senso quanto ao calor dissipado pelos componentes. Como você acha que os excelentes receivers dos anos 80 chegaram até aqui?

Para não dizer que não falei em flores: o display, os conectores RCA de entrada e os bornes de saída, os coolers, a tampa superior (fundo metálico de um monitor CRT) e o transformador (40V+40V x 7A) seriam lixo eletrônico. O gabinete foi montado utilizando MDF e as bordas são fechadas com perfil de alumínio.

Nota: o projeto foi utilizado de forma assídua por cerca de quatro anos e ainda se encontra em uso. Nunca apresentou problemas e o ponto máximo da sua manutenção foi ter que limpar os coolers. Note que na época em que foi produzido possuía a marca AUDIOBOOMN.



Painel frontal do PWA 5000


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