Quando usar o circuito 'ground loop breaker' nos projetos DIY

Quem projeta equipamentos de áudio mais cedo ou mais tarde acaba encontrando um dos problemas mais comuns da eletrônica analógica: o famoso ground loop. Ele aparece na forma daquele zumbido persistente de 50 ou 60 Hz, normalmente acompanhado por seus harmônicos, que insiste em permanecer mesmo quando a fonte de alimentação está perfeitamente filtrada e todo o circuito parece estar funcionando corretamente.

Nelson Pass, nosso mago da eletrônica, fala sobre o loop breaker aplicado aos projetos Pass Labs, recomendo a sua leitura:

Cada equipamento de um sistema de áudio possui internamente um ponto de terra. O aspecto fundamental é compreender que não existe um terra perfeito e que nenhum par de pontos de terra em um sistema possui exatamente o mesmo potencial elétrico.

Ao longo dos anos surgiram inúmeras soluções para esse problema. Algumas funcionam, outras apenas mascaram o defeito e existem ainda aquelas que eliminam o ruído às custas da segurança elétrica, como a prática de remover o pino de aterramento do equipamento. Felizmente existe uma solução clássica, amplamente utilizada pela indústria de áudio de alta fidelidade, que consegue reduzir significativamente os loops de terra sem abrir mão da proteção elétrica: o loop breaker, também conhecido como Ground Loop Breaker.

fonte:  Elliott (ESP)

fonte: loop breaker do A75

Para entender o funcionamento do loop breaker, é importante compreender primeiro como o ruído é gerado. Quando dois ou mais equipamentos estão interligados por cabos RCA ou outro tipo de conexão de áudio e, ao mesmo tempo, compartilham o aterramento da instalação elétrica, cria-se um caminho fechado por onde pequenas correntes podem circular. Essas correntes existem devido às diferenças de potencial entre os pontos de aterramento da rede elétrica e acabam percorrendo justamente o terra do sinal de áudio. Mesmo sendo correntes de baixa intensidade, normalmente da ordem de mA, elas são suficientes para introduzir o conhecido zumbido de rede no sistema.

Quanto maior a quantidade de equipamentos conectados entre si — computador, DAC, pré-amplificador, amplificador de potência, televisores, interfaces USB, entre outros — maior tende a ser a probabilidade de formação desses loops.

O loop breaker foi desenvolvido justamente para interromper esse caminho de circulação sem eliminar o aterramento de proteção (PE). Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o circuito não desconecta o terra de segurança. O chassi metálico permanece permanentemente ligado ao condutor de proteção da instalação elétrica, exatamente como exigem as normas de segurança, o que muda é a ligação entre o terra eletrônico (signal ground) e o chassi. Em vez de uma conexão direta, utiliza-se um circuito que cria uma pequena impedância entre o terra do circuito e o chassi, dificultando a circulação das correntes responsáveis pelos loops de terra, mas preservando um caminho seguro em caso de falha elétrica. Embora o circuito seja extremamente simples, cada componente possui uma função bastante específica:

  • resistor de 10 Ω com potência entre 5 W e 10 W

    O resistor é responsável por limitar a circulação das pequenas correntes que formam os loops de terra. Esse valor tornou-se praticamente um padrão na indústria porque oferece um excelente equilíbrio entre redução de ruído e estabilidade do sistema. Valores muito baixos praticamente não produzem efeito, enquanto valores elevados podem aumentar a susceptibilidade à interferência eletromagnética.

  • capacitor de 100 nF (alguns fabricantes usam X2 ou X1)

    O capacitor, normalmente de 100 nF, não atua sobre o zumbido de 50 ou 60 Hz. Sua função é fornecer um caminho de baixa impedância para sinais de alta frequência, reduzindo interferências de radiofrequência (RFI) e melhorando o comportamento do aterramento em frequências elevadas. Por esse motivo recomenda-se a utilização de capacitores apropriados para aplicações ligadas ao aterramento, normalmente das classes X ou Y, conforme a topologia adotada.

  • ponte de diodos ou quatro diodos de potência

    Os diodos são os componentes responsáveis pela segurança do circuito. Durante o funcionamento normal eles permanecem bloqueados, mas em caso de falha elétrica que provoque uma diferença de potencial elevada entre o terra eletrônico e o chassi, os diodos entram imediatamente em condução, criando um caminho de baixa impedância para a corrente de defeito. Dessa forma, fusíveis, disjuntores e dispositivos DR conseguem atuar normalmente, preservando a proteção do equipamento e do usuário.

    É justamente por essa razão que muitos fabricantes utilizam uma ponte retificadora de 25 A ou 35 A em vez de diodos discretos, já que esses componentes suportam melhor as elevadas correntes transitórias presentes durante uma condição de falha.

O que o loop breaker resolve


Quando o ruído é realmente provocado por correntes de loop entre equipamentos interligados, o resultado costuma ser bastante eficiente. Em muitos sistemas o zumbido desaparece completamente sem qualquer alteração na resposta em frequência, na dinâmica ou na qualidade sonora do equipamento. Outra vantagem importante é que o circuito não interfere diretamente no caminho do sinal de áudio, ele atua exclusivamente na referência de aterramento, preservando completamente o desempenho eletrônico do projeto.

Apesar da fama, o loop breaker não deve ser encarado como uma solução universal. Se o problema estiver relacionado a um transformador irradiando campo magnético, filtragem insuficiente da fonte, layout inadequado da placa, aterramento interno mal distribuído, cabos de baixa qualidade ou blindagem deficiente, dificilmente haverá qualquer melhoria significativa. Da mesma forma, equipamentos projetados com conexões balanceadas (XLR) normalmente apresentam excelente rejeição a ruídos de modo comum, tornando o benefício do loop breaker muito menos perceptível. 

Em outras palavras, ele resolve apenas um problema específico: correntes de loop de terra.

Aspectos de segurança


Talvez o maior mérito desse circuito seja justamente preservar a segurança elétrica. Existe um mito bastante difundido de que eliminar o pino de aterramento resolve qualquer problema de hum. Embora em alguns casos isso realmente interrompa o loop, também elimina completamente a proteção contra choques elétricos, tornando o equipamento potencialmente perigoso.

Com o circuito de loop breaker no projeto, o aterramento de proteção continua permanentemente conectado ao chassi metálico, enquanto apenas o terra eletrônico passa a ser ligado através do conjunto resistor, capacitor e diodos. Em uma condição normal, o circuito reduz as correntes de loop. Em uma condição de falha, os diodos entram em condução praticamente instantânea, restabelecendo um caminho de baixa impedância para que os dispositivos de proteção atuem corretamente.

Do ponto de vista normativo, não existe uma proibição específica para a utilização do loop breaker em equipamentos Classe I. As normas brasileiras de segurança elétrica exigem que o chassi metálico permaneça conectado ao condutor de proteção (PE), garantindo um caminho eficaz para correntes de falha. O loop breaker clássico atende exatamente esse princípio, pois o aterramento de proteção nunca é interrompido, atuando exclusivamente entre o terra de sinal e o chassi, preservando integralmente a função do condutor de proteção. Naturalmente, qualquer equipamento comercial deve ser projetado e ensaiado conforme as normas aplicáveis, mas sob o ponto de vista técnico, o circuito é compatível com as boas práticas de engenharia quando corretamente implementado.

Vale a pena utilizar o loop breaker nos projetos de áudio?


O loop breaker é uma solução elegante, simples e amplamente consolidada na indústria de áudio, oferece um bom compromisso entre redução de hum e preservação da segurança, razão pela qual é adotado há décadas em projetos comerciais e DIY. Seu baixo custo aliado à facilidade de implementação, faz dele um excelente complemento para projetos de amplificadores, pré-amplificadores e demais equipamentos Classe I. 

Do ponto de vista de engenharia, o loop breaker clássico é uma solução madura e amplamente validada para equipamentos Hi-Fi Classe I, quando implementado corretamente. No entanto, um bom sistema de aterramento em estrela, layout bem planejado, separação adequada entre potência e sinal, blindagem eficiente e uma fonte de alimentação corretamente dimensionada continuam sendo os principais responsáveis por um equipamento silencioso. Quando todas essas boas práticas já foram adotadas, o loop breaker torna-se a camada final de refinamento, reduzindo a probabilidade de loops de terra e contribuindo para um sistema mais robusto, silencioso e seguro.

Quando essas boas práticas são seguidas, o loop breaker tende a ser uma camada adicional de robustez, e não uma correção para problemas de projeto.

Reparo da pipoqueira elétrica Britânia EASYPOP BPI05AZ

Session
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A Renata adora pipoca mais do que o Jubileu  - se você pegou a referência de primeira, parabéns! - e faz tempo que ela quer ter uma. Num domingo desses, vi essa pipoqueira no Brechocão e comprei por R$ 30 não somente para ajudar a causa nobre, mas também para tentar consertar. No pior cenário, eu teria alguma sucata pra aproveitar e algum conteúdo pra postar. Sem falar na terapia, né.

O funcionamento não poderia ser mais simples: um caneco de alumínio é aquecido por baixo enquanto um vento sopra por dentro dele, fazendo o milho girar em temperaturas bem altas. Quando a pipoca estoura, o vento empurra ela pra cima, jogando tudo para a tigela que fica sabiamente encaixada no entorno do aparelho.

Há três defeitos que costumam acontecer que são relativamente simples de resolver nesses aparelhos:

  • o sensor/atuador de temperatura mecânico, pode travar aberto, não alimentando o circuito
  • a resistência, que pode queimar em decorrência de falha no sensor interno da resistência ou quando o atuador não é acionado para cortar a alimentação - ela aquece até queimar, literalmente, ou abrir a proteção nativa
  • motor ineficiente, gerando pouco vento no caneco

O terceiro defeito, que é o vento soprado para dentro do caneco ser ineficiente, que deve ter levado ao descarte desse aparelho. No contexto geral, esse comportamento causa queima de milhos e de pipocas, que não são sopradas para a tigela pelo fato do vento estar 'fraco', permanecendo no calor extremo durante toda a operação. O motor DC que gira a hélice costuma perder sua eficiência com o passar do tempo - assim como nos secadores de cabelo mais baratos - por não possuir rolamentos e desgastar rapidamente os contatos internos. Geralmente, se faz a desmontagem desses motores para limpeza de contatos e lubrificação, o que costuma adiar o fim da vida útil, na maioria dos casos. E foi isso que eu fiz nessa pipoqueira, além de uma revisão e limpeza completas.

Me chamou a atenção o sensor/atuador de temperatura estar desencaixado do seu suporte, o que costuma indicar que algum curioso já havia tentado reparar o aparelho e não fez a remontagem corretamente. Nada mais a consertar nela além dessa limpeza do motor e das peças, o funcionamento foi normalizado - embora esse motor esteja com muitas horas de uso, ainda apresenta uma rotação suficiente para girar os milhos e empurrar as pipocas pra fora do caneco. No entanto, com mais algumas horas, certamente será necessário substituí-lo.














HS-1875B Special Edition - 10th Anniversary: nova PCB monoblock para o amplificador de potência com LM1875T

Tem projeto que a gente monta, testa, publica e segue em frente. E tem projeto que fica: o HS-1875Mi é atemporal mesmo. Fabricado em julho de 2016, um simples amplificador de potência de alta fidelidade para usar como monitor de referência do meu home studio, ele carregou desde o início uma proposta simples na teoria e trabalhosa na prática: usar o LM1875 - um circuito integrado de áudio robusto, de baixíssima distorção - dentro de uma montagem sem atalhos, com fonte superdimensionada, gabinete metálico integrado e um cuidado quase obsessivo com aterramento, dissipação e acabamento.

Dez anos depois, esse projeto ganha nova vida: uma edição comemorativa que conta com uma PCB monoblock compacta, desenhada do zero, para herdar tudo o que fez o LM1875 funcionar tão bem naquele amplificador original, só que num layout mais moderno, mais limpo e mais fácil de replicar na bancada.

Por que o LM1875 continua relevante?

O LM1875 nunca precisou de holofote para provar seu valor. É um amplificador de áudio em CI com invólucro TO220 de 5 pinos com ampla faixa de tensão de operação, exige poucos componentes externos e possui uma combinação de simplicidade de montagem com resultado sonoro consistente. No projeto original de 2015, trabalhei com uma distorção muito próxima dos 0,015% em 8 ohms com alimentação de ±25V - números que, mesmo hoje, seguem competitivos para quem busca um amplificador de potência acessível e com fidelidade real.

Além da distorção baixa, o LM1875 possui proteções nativas de corrente e de temperatura, o que facilita muito a vida de quem está desenvolvendo. É esse equilíbrio entre desempenho e previsibilidade que fez esse componente virar praticamente uma assinatura dentro dos projetos diyPowered ao longo dos anos.

O que muda na edição comemorativa de 10 anos

A essência do HS-1875Mi permanece fiel ao que já tinha se provado eficiente: no seu sucessor HS-1875B, o mesmo racional de fonte robusta, desacoplamento cuidadoso e atenção total ao aterramento que marcou o projeto original. O que muda de forma significativa é facilidade na montagem e na possibilidade de fabricação do amplificador.

A nova PCB é monoblock, ou seja, cada placa possuia um canal completo dedicado para amplificação de forma independente. Isso facilita tanto a montagem de um par estéreo quanto a expansão para configurações multicanal, sem o compromisso de dividir trilhas de canais diferentes numa única placa maior - até mesmo uma montagem em bridge se torna mais simples e segura. Para quem está construindo um monitor ativo, um amplificador para home studio ou simplesmente quer substituir módulos antigos por algo mais compacto e moderno, o formato monoblock reduz drasticamente a necessidade de mais espaço dentro do gabinete.

Qualidade de layout: o que realmente mudou na placa

Não é só reduzir o tamanho da PCB e pronto. O trabalho nessa edição comemorativa foi concentrado em elevar a qualidade do layout como um todo: 

  • Trilhas de potência dimensionadas para a corrente de saída do LM1875, reduzindo queda de tensão e aquecimento desnecessário no cobre
  • Posicionamento pensado para dissipação, com a área do CI e do dissipador organizada para não comprometer o fluxo térmico dentro do gabinete

         Adicionadas frestas estratégicas em alguns pontos da PCB para facilitar a circulação de ar e aprimorar a dissipação térmica em montagens com a placa sobre o dissipador

  • Desacoplamento muito próximo ao CI e mantido o circuito ‘no-pop/no click’ inteligente, que já tinha sido utilizado no HS-1875Mi e em outros amplificadores diyPowered (speaker soft start, um clássico protetor antipop/thumps)
  • Referência de terra única e bem definida, evitando os loops de aterramento que costumam ser a origem de ruídos em qualquer amplificador de potência
  • Silkscreen completo com identificação clara de cada componente e orientações que tornam a montagem facilitada para estudantes ou iniciantes em DIY

Esse tipo de cuidado no roteamento é exatamente o que diferencia um projeto ‘que funciona’ de um projeto que entrega consistentemente o desempenho prometido pelo datasheet. Como já foi dito no artigo original do HS-1875Mi, ‘não adianta ter um excelente circuito integrado se a montagem do conjunto não estiver em perfeitas condições’. Essa premissa segue valendo e a nova PCB foi desenhada justamente para materializar esse conceito num formato mais compacto e mais acessível de replicar.

Visão geral dos componentes


COMPONENTE

VALOR

REFERÊNCIA

CAPACITOR POLIÉSTER

220nF

C1, C2, C3, C4

CAPACITOR ELETROLÍTICO

6600uF

C5, C6, C9, C10

CAPACITOR POLIÉSTER

220nF

C7, C8, C11, C12, C19

CAPACITOR POLIÉSTER

2,2uF

C13

CAPACITOR ELETROLÍTICO

22uF

C14

CAPACITOR ELETROLÍTICO

100uF

C15, C18

CAPACITOR CERÂMICO

100nF

C16, C17

CAPACITOR ELETROLÍTICO

470uF

C20

CAPACITOR ELETROLÍTICO

220uF

C21

DIODO 3A

1N5404

D1, D2, D3, D4

DIODO 1A

1N4004

D5, D6

FUSÍVEIS

3A

F1, F2

PINO OU FIO SOLDADO

ac

J1, J2

PINO OU FIO SOLDADO

tap

J3

PINO OU FIO SOLDADO

in

J4

PINO OU FIO SOLDADO

gnd

J5, J7

PINO OU FIO SOLDADO

out

J6

PINO OU FIO SOLDADO

cha

J8

PINO OU FIO SOLDADO

hsk

J9

PINO OU FIO SOLDADO

ext

J10

PINO OPCIONAL

tp2

J11

PINO OPCIONAL

tp1

J12

LED 3mm VERDE/AMARELO

power

led1

TRANSISTOR NPN

BC337

Q1

RESISTOR

3,3R 3W

R1, R2

RESISTOR

15k

R3

RESISTOR

1M

R4

RESISTOR

22k

R5, R10

RESISTOR

1k

R6

RESISTOR

10k

R7, R8, R11

RESISTOR

1R 1W

R9

RESISTOR

8,2R 3W

R12

RESISTOR

10R 1W

R13

RELÉ 5 PINOS 24V 10A

24VDC 10A

RELAY1

CI AMPLIFICADOR DE POTÊNCIA

LM1875

U1


O conceito e a identidade diyPowered

O diyPowered nasceu da ideia de que equipamento eletrônico bem projetado não precisa ser descartável. A proposta do site sempre foi registrar e compartilhar projetos desenvolvidos com atenção real a cada etapa - do esquema elétrico ao acabamento - contrapondo a lógica da produção em série que prioriza custo e obsolescência acima de durabilidade e qualidade. Essa filosofia está descrita na própria apresentação do diyPowered e pode ser resumida pela busca por equipamentos que envelheçam bem, com componentes selecionados, dissipação generosa e um processo de montagem que preveja cada possível retrabalho antes que ele aconteça. Talvez seja a explicação mais simples para que um receiver da década de 1970 ainda funcione perfeitamente mesmo após décadas da sua fabricação e produtos fabricados recentemente durem tão pouco tempo.

A nova PCB monoblock acompanha essa premissa e se traduz em um layout mais inteligente, pensado para entregar o mesmo padrão de qualidade sonora e térmica que o projeto original exigiu em uma placa única, com total separação estéreo.

Fabricação: por que a qualidade da placa importa tanto quanto o projeto

Um projeto de amplificador de potência deve ser tão bom quanto a placa em que ele é montado. Trilhas mal gravadas, furos fora de posição ou uma máscara de solda de baixa qualidade podem comprometer até o melhor dos layouts. Por isso, a fabricação dessa nova PCB monoblock do HS-1875B segue o mesmo padrão já utilizado em outros projetos diyPowered: placas produzidas pela PCBWay, com acabamento profissional, furação precisa e um controle de qualidade que garante que o layout desenvolvido chegue exatamente como projetado até a bancada.

Essa consistência entre projeto e fabricação é o que permite que o resultado final realmente reflita o cuidado colocado no desenvolvimento do circuito, evitando surpresas desagradáveis que acabam custando tempo e retrabalho.

Baixe aqui os arquivos em PDF do esquema elétrico e da placa de circuito impresso:

SCH - Amplificador de potência com LM1875.pdf

Comprar placas, GERBER ou arquivos originais KiCad

https://diypowered.llucastoledo.com.br/p/onde-comprar-amplificador-de-potencia.html 
















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