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Reparo da pipoqueira elétrica Britânia EASYPOP BPI05AZ

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A Renata adora pipoca mais do que o Jubileu  - se você pegou a referência de primeira, parabéns! - e faz tempo que ela quer ter uma. Num domingo desses, vi essa pipoqueira no Brechocão e comprei por R$ 30 não somente para ajudar a causa nobre, mas também para tentar consertar. No pior cenário, eu teria alguma sucata pra aproveitar e algum conteúdo pra postar. Sem falar na terapia, né.

O funcionamento não poderia ser mais simples: um caneco de alumínio é aquecido por baixo enquanto um vento sopra por dentro dele, fazendo o milho girar em temperaturas bem altas. Quando a pipoca estoura, o vento empurra ela pra cima, jogando tudo para a tigela que fica sabiamente encaixada no entorno do aparelho.

Há três defeitos que costumam acontecer que são relativamente simples de resolver nesses aparelhos:

  • o sensor/atuador de temperatura mecânico, pode travar aberto, não alimentando o circuito
  • a resistência, que pode queimar em decorrência de falha no sensor interno da resistência ou quando o atuador não é acionado para cortar a alimentação - ela aquece até queimar, literalmente, ou abrir a proteção nativa
  • motor ineficiente, gerando pouco vento no caneco

O terceiro defeito, que é o vento soprado para dentro do caneco ser ineficiente, que deve ter levado ao descarte desse aparelho. No contexto geral, esse comportamento causa queima de milhos e de pipocas, que não são sopradas para a tigela pelo fato do vento estar 'fraco', permanecendo no calor extremo durante toda a operação. O motor DC que gira a hélice costuma perder sua eficiência com o passar do tempo - assim como nos secadores de cabelo mais baratos - por não possuir rolamentos e desgastar rapidamente os contatos internos. Geralmente, se faz a desmontagem desses motores para limpeza de contatos e lubrificação, o que costuma adiar o fim da vida útil, na maioria dos casos. E foi isso que eu fiz nessa pipoqueira, além de uma revisão e limpeza completas.

Me chamou a atenção o sensor/atuador de temperatura estar desencaixado do seu suporte, o que costuma indicar que algum curioso já havia tentado reparar o aparelho e não fez a remontagem corretamente. Nada mais a consertar nela além dessa limpeza do motor e das peças, o funcionamento foi normalizado - embora esse motor esteja com muitas horas de uso, ainda apresenta uma rotação suficiente para girar os milhos e empurrar as pipocas pra fora do caneco. No entanto, com mais algumas horas, certamente será necessário substituí-lo.














Modo de serviço para TV Samsung UN32FH4205

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Essa vai ser rápida: pra entrar no modo de serviço da TV LED Samsung 32" UN32FH4205, basta digitar no controle remoto (com o aparelho em stand by) MUTE + 182 + POWER. A TV vai ligar com o menu de serviço ativo, permitindo ajustes e mostrando informações úteis.

Pode servir para outros modelos? Não faço ideia, mas vale a pena testar - não me responsabilizo, ok?!






Óleo de banana para abrir fontes e gabinetes selados (serve para fonte de notebook, carregadores, relógio ponto etc.)

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Talvez eu nunca tenha falado sobre isso no blog e acho uma falha imperdoável. Sabe aquelas fontes de notebook, monitor, balança, relógio ponto, câmera e outros gabinetes selados? Muita gente abre na força bruta, mas ainda com todo cuidado você acaba deixando marcas no plástico e quebrando travas e encaixes internos. A solução pra isso é simples: óleo de banana.

Como abrir fonte selada com óleo de banana


Passo 1: aplique óleo de banana na fenda de encaixe das peças do gabinete de forma generosa e aguarde alguns minutos. 


Aplique óleo de banana nas fendas (imagem: internet)

Passo 2: faça movimentos contrários ao encaixe das peças, movendo cada uma no sentido de abertura para verificar se a cola interna foi dissolvida. Ainda está muito presa? Repita o passo 1 e você poderá separar as duas peças sem esforço, apenas com as mãos. Em alguns casos, pode ser necessário auxiliar com ferramenta para forçar a abertura, e nesses cenários, não use nenhum material que possa deixar marcas nas peças.




Cisco TelePresence Quick Set C20 - um clássico que inspira até hoje em inovação e elegância

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O Cisco C20 é um daqueles equipamentos que contam uma boa história sobre como as reuniões à distância evoluíram ao longo do tempo. Ele foi lançado* por volta de 2010, numa época em que videoconferência ainda era coisa séria, cara e quase sempre restrita a empresas maiores. Nada de links no navegador ou apps no celular: o negócio era todo por 'equipamento dedicado'. E ele fazia isso muito bem. 

O visual segue o padrão Cisco raiz: discreto, sólido e com cara de equipamento que aguenta anos ligado sem reclamar. Não era algo pensado para impressionar pelo design, mas sim pela confiabilidade. Instalou, configurou uma vez e pronto. O C20 vinha acompanhado de um serviço de assinatura e licenciamento da Cisco com integração à infraestrutura de videoconferência da própria Cisco. 

Com o passar dos anos, o mercado mudou, as soluções ficaram mais simples, mais baratas e migraram cada vez mais para software. Por volta de 2016*, o Cisco C20 acabou sendo descontinuado, junto com outros equipamentos da mesma geração, e a Cisco passou a focar em modelos mais novos, principalmente, em soluções mais modernas e flexíveis. É um equipamento raro para os moldes atuais, que dá gosto de desmontar e que ensina muito sobre como a tecnologia era pensada há pouco mais de uma década.

No fim das contas, o Cisco C20 é quase um retrato de uma era: quando videoconferência era sinônimo de sala dedicada, contrato ativo e equipamento robusto. Um verdadeiro clássico corporativo.

Baixe aqui os manuais originais com as informações de instalação, fotos dos periféricos e as telas de configuração da época.

** As informações sobre o período de fabricação e descontinuação do Cisco TelePresence Quick Set C20 foram obtidas a partir de documentação oficial da Cisco, como os guias de instalação e administração publicados entre 2010 e 2012, além do padrão de ciclo de vida adotado pela fabricante para equipamentos corporativos. Com base nessas fontes, estima-se que o C20 tenha sido lançado por volta de 2010 e descontinuado aproximadamente em 2016.









H-Buster HBD-7380 VW Tech - reparo no encoder (volume falhando ou não ajustando)

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Encoder multifunção com mau contato é algo comum nesses aparelhos, assim como em qualquer outro. Quando é fácil de encontrar no mercado, melhor coisa é substituir, mas nesse caso, optei por desmontar e limpar. Não tem mistério, é realmente dessoldar da placa, desmontar, limpar, remontar e pronto. Cuidado com essas dicas de internet milagrosas do tipo use WD-40 para limpar sem ter que desmontar: alguém fez algo parecido e o encoder parecia ter gelatina por dentro.

Não encontrei manual pra esse modelo pra deixar disponível no Drive, mas se você tem e quer compartilhar com outras pessoas, entra em contato! : )










Forno elétrico Fischer Grill 1323-5684 - cabo de força com aquecimento excessivo e talvez a avaliação mais sincera que você vai encontrar

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Esse é o terceiro forno Fischer que compro, e o último. A qualidade caiu de cara no chão e a evidência mais lamentável é a segurança.

Assim que comprei, reparei que o cabo de força era bem flexível e aparentava certa fragilidade. Já no primeiro uso, fiquei preocupado com o aquecimento fora do normal do cabo de força quando o dourador estava em uso, e isso era tão alarmante que o material do cabo ficava ainda mais flexível com o calor gerado. Isso me acendeu um alerta.

Algum tempo depois, desmontei o aparelho pra ver como estava a produção desse novo modelo. Outro alerta aceso: além da baixa qualidade do cabo de força, não havia manta isolante como nos modelos anteriores que eu tive e parte do cabeamento interno já apresentava aspecto amarelado devido ao grande calor gerado por falta do isolamento. Primeira coisa que fiz foi trocar o cabo de força pra garantir segurança na operação do aparelho - sim, usei bipolar sem fio terra porque é possível aterrar diretamente na carcaça dele, assim como em máquinas de lavar roupas, fogões etc. - e afastar o quanto pude o cabeamento interno da câmara de aquecimento. 

Por hoje, fica o registro apenas da troca do cabo de força e do visual interno pra você evidenciar a falta de qualidade desse modelo mais recente. O forno anterior durou mais de 14 anos e somente foi substituído por desgaste natural das paredes internas. Duvido que esse modelo novo consiga chegar perto desse tempo de operação.













Fonte ATX 'gamer' One Power 500W MP500W3-I (preto e verde)

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O que é usar uma fonte low cost pra quem já tem uma placa mãe low cost?! Com essa abertura, dou início a mais uma session no boteco.

Depois de pensar se valia a pena comprar uma 'fonte de renome' pro PC véio de guerra, concluí que não. Você não compraria rodas de Ferrari pra colocar num Fusca, você deve ter alguma consideração pelo valor do seu dinheiro. Por isso, pensei: já tenho uma placa mãe duvidosa mesmo, que venha a fonte duvidosa também. Isso porque tive um novo problema com a fonte antiga que havia consertado há alguns meses, e como ela foi bastante usada, optei por substituí-la. Passei uma manhã garimpando no Mercado Livre em busca de uma opção que fosse entregue no mesmo dia e que não custasse mais de R$ 180. 

Fonte One Power 500W MP500W3-I


Acredite se quiser, a fonte anterior era do mesmo fabricante e trabalhou sem reclamar por mais de 3 anos com i7 2600, 12GB DDR3, 1 SSD 120GB, placa de vídeo PowerColor R7 260X 2GB GDDR5 (e depois a Nvidia TGT GeForce 600 Series GT 610 TGT-GT610-2GB 2GB) e dois HDs de 1TB. Às vezes ficava ligada por dias. Fiquei usando por algum tempo uma fonte simples de 220W que também passou por reparo, mas trabalhava no limite aquecendo demais e causando interferências no vídeo - riscos e tremulações. Ou seja, eu precisava de uma fonte nova com potência de sobra. Como já conheço a estrutura dessas fontes chinesas, no final é um 'tanto faz', porque (praticamente) todas usam o mesmo projeto, com poucas e raras diferenças. 

A fonte é silenciosa, tem um bom acabamento, os cabos são longos e possuem boas derivações. Posso dizer que essa é uma versão superior àquela que eu tinha antes, no quesito de acabamento e cabos. Não abri a fonte ainda pra comparar os circuitos porque está em garantia! No mais, se você não tem uma máquina 'cara' e precisa de uma fonte que trabalhe com folga, eu recomendaria não somente a One Power, mas também outras marcas como a Fortrek, Aerocool, MTek, Knup... no fim das contas, como eu falei, é um tanto faz. Agora, se você tem uma máquina de verdade, por favor: compre uma fonte de verdade!

O link que comprei é este e custou R$ 169 em 23/01/2025 com frete grátis e entrega no mesmo dia.







Como configurar o modem Vivo Fibra Askey RTF8225VW em modo bridge

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O serviço da Vivo é muito bom, nunca precisei acionar suporte técnico em quase um ano de contrato, e me lembro somente de um episódio de queda na conexão, que durou por volta de quarenta minutos. É estável, mesmo sob forte demanda. Mas tem um problema: o modem Askey RTF8225VW vem com firmware customizado pro cliente e não permite que você acesse configurações avançadas, principalmente na unificação de redes wi-fi, que ele não separa, causando bastantes transtornos em alguns equipamentos e repetidores. Depois de buscar algumas soluções (que não são aqueles vídeos intermináveis e inconclusivos do YouTube) e até mesmo de reclamar com a Vivo numa tentativa de que fosse liberado o setup completo, parti pra alternativa mais raiz: colocar o modem da Vivo em modo bridge e configurar tudo a partir do roteador TP Link Archer C5. Como não tenho TV nem telefone, somente internet, acreditei que seria fácil. E foi.

Primeiro passo


Dê um reset no modem Askey RTF8225VW e também no roteador TP Link Archer C5. Quando o modem subir, entre no setup dele, copie as informações de login da Vivo, tire prints das suas configurações (você precisará delas depois!) e altere o modo de router para bridge. Uma mensagem ameaçadora de confirmação será exibida e se você estiver certo disso, confirme. Lembrando que o modo bridge desabilitará todas as funcionalidades do modem e você precisará reconfigurar tudo no roteador.




Segundo passo


Feito isso, conecte uma das portas LAN do modem à porta WAN do roteador, logue no wi-fi padrão do roteador (a senha varia de um modelo para outro e está impressa na etiqueta do aparelho) ou se conecte via cabo a ele; logue no setup do roteador TP Link Archer C5 com a senha padrão e IP inicial e configure-o como roteador PPPoE, usando as informações que você copiou do modem da Vivo. Basta avançar e realizar as demais configurações. No final, se tudo deu certo, a internet será conectada e o modem da Vivo ficará somente com um LED aceso. Agora é configurar tudo o que você precisar pelo roteador de acordo com a sua necessidade. 








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