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Planejamento e execução de projetos DIY 3

fonte: diyPowered
Depois de alguns anos desenvolvendo projetos DIY, é interessante perceber que muitas das dificuldades encontradas durante a construção de um equipamento não estão necessariamente relacionadas ao circuito eletrônico. É claro que escolher componentes, projetar uma fonte de alimentação, dimensionar dissipadores ou desenhar uma PCB são etapas importantes, mas existe uma parte menos evidente do processo que costuma aparecer somente depois de vários projetos concluídos: aprender a tomar boas decisões antes, durante e depois da construção.

Nos primeiros textos da série, falei principalmente sobre planejamento, organização, escolha de componentes, testes, layout, dissipação térmica e acabamento. São pontos fundamentais e continuam válidos, porém com o tempo, surgem outras questões que não aparecem quando estamos começando. Quanto um projeto realmente custa? Como lidar com componentes que deixam de existir? Como saber se uma nova função realmente vale a complexidade que acrescenta? Como documentar corretamente uma versão? E talvez a pergunta mais difícil: em que momento devemos considerar um projeto terminado?

Este terceiro artigo é justamente sobre essas questões.

Antes de começar, defina o que realmente precisa ser construído


Um dos maiores problemas em projetos DIY é começar pela solução antes de definir claramente o problema. Encontramos um circuito interessante, um componente novo ou uma ideia em algum fórum e imediatamente começamos a imaginar como incorporá-la ao próximo projeto. O resultado pode ser tecnicamente interessante, mas nem sempre será um equipamento melhor.

Antes de escolher componentes ou desenhar a primeira placa, vale definir exatamente o que o projeto precisa fazer. Um amplificador, por exemplo, pode precisar de determinada potência, duas entradas, controle de volume, proteção para os alto-falantes e uma fonte adequada. Isso já é um projeto suficientemente completo. Adicionar display, controle remoto, VU meter, Bluetooth, monitor de temperatura e outras funções pode ser interessante, mas cada recurso acrescenta componentes, conexões, espaço, possibilidades de falha e tempo de desenvolvimento. Por isso, uma pergunta simples costuma ser muito útil: o que este projeto não precisa fazer? Saber retirar funções é tão importante quanto saber adicioná-las. 

Um projeto bem planejado não é aquele que possui o maior número de recursos, mas aquele em que cada recurso existente tem uma razão para estar ali - pense como se está ali, é porque precisa estar ali.

O escopo precisa ter um limite


Projetos DIY são particularmente vulneráveis ao chamado escopo infinito. Durante o desenvolvimento sempre aparece uma nova ideia que parece simples de implementar. Depois outra. E mais uma. Quando percebemos, aquele pequeno projeto que deveria levar algumas semanas transformou-se em um equipamento completamente diferente da ideia original.

Isso não significa que devemos impedir mudanças, muito pelo contrário! Algumas das melhores soluções aparecem justamente durante a construção. O importante é reconhecer quando uma ideia representa uma mudança real de escopo. Adicionar uma proteção pode ser uma melhoria natural; acrescentar um sistema completo de controle remoto já é uma nova parte do projeto e precisa ser avaliado como tal. Essa percepção ajuda a preservar uma das coisas mais importantes em qualquer projeto: a capacidade de terminá-lo.

Divida o projeto em blocos


Outra mudança importante que acontece com a experiência é deixar de enxergar o equipamento como um único circuito. Um projeto eletrônico normalmente é formado por vários blocos independentes que precisam trabalhar juntos. Em um amplificador, por exemplo, podemos separar entrada, pré-amplificação, controle de volume, estágio de potência, fonte, proteção, interface e alimentação auxiliar... essa divisão facilita muito o desenvolvimento porque permite testar cada parte individualmente. Mais importante ainda, permite reutilizar aquilo que já foi desenvolvido. Uma fonte que funcionou muito bem em um projeto pode ser adaptada para outro, um circuito de proteção já testado não precisa ser reinventado. Um padrão de painel ou uma solução mecânica pode se transformar em uma referência para vários equipamentos futuros.

É nesse ponto que o DIY começa a deixar de ser uma coleção de projetos isolados. Aos poucos, criamos uma biblioteca própria de soluções, conhecimentos, circuitos, componentes e decisões que podem ser reaproveitados. O projeto seguinte não começa mais do zero.

Reutilizar também faz parte do desenvolvimento


Existe uma ideia interessante no universo maker de que um projeto precisa sempre apresentar alguma coisa completamente nova, mas na prática, isso não faz muito sentido. Se uma determinada solução foi desenvolvida, testada e documentada, reutilizá-la é uma demonstração de maturidade, não de falta de criatividade. Reutilizar um circuito significa que você já conhece suas limitações, que parte do risco do próximo projeto foi eliminada. Também significa que o tempo pode ser direcionado para aquilo que realmente é novo.

Isso vale para fontes de alimentação, circuitos de proteção, módulos de controle, padrões de PCB, sistemas de montagem, bibliotecas de componentes e até mesmo procedimentos de teste. Com o tempo, o maior patrimônio de quem desenvolve projetos DIY deixa de ser a quantidade de equipamentos construídos e passa a ser o conhecimento acumulado entre eles.

Componentes também precisam entrar no planejamento


Um projeto pode funcionar perfeitamente no papel e ainda assim ser uma escolha ruim para o futuro se depender de componentes difíceis de encontrar. Essa é uma preocupação que normalmente aparece tarde demais. Escolhemos um transistor, regulador ou circuito integrado porque suas características são excelentes, construímos a placa e, meses depois, descobrimos que o componente desapareceu do mercado ou passou a ser encontrado apenas em fornecedores de procedência duvidosa. Por isso, a disponibilidade dos componentes deve fazer parte da decisão de projeto. Não significa que devemos utilizar somente peças populares ou modernas, componentes antigos podem ser excelentes e muitas vezes são justamente parte da personalidade de um projeto. O importante é saber quando estamos criando uma dependência e, sempre que possível, explorar alternativas.

Também vale guardar alguns componentes críticos. O custo de comprar algumas unidades extras geralmente é muito menor do que o trabalho necessário para redesenhar uma placa porque determinado componente deixou de ser encontrado.

O custo real é maior do que a BOM


Outro aspecto que costuma ser subestimado é o custo. Uma lista de materiais pode mostrar que determinado circuito custará R$ 200, mas dificilmente esse será o custo real do projeto. Existe a PCB, o frete, o gabinete, conectores, fios, parafusos, dissipadores, ferramentas, materiais de teste e, principalmente, tudo aquilo que foi comprado durante o desenvolvimento e acabou não fazendo parte da versão final e... existe o tempo.

Não é necessário transformar um hobby em uma planilha financeira ou atribuir um valor ao prazer de construir alguma coisa, mas é importante reconhecer que um projeto de quarenta horas de desenvolvimento é diferente de outro que pode ser concluído em quatro horas. O objetivo do DIY não precisa ser produzir algo pelo menor custo possível. Muitas vezes estamos pagando justamente pela experiência de desenvolver e aprender : )

O importante é saber o que estamos comprando com esse investimento.

O protótipo tem liberdade para dar errado!


Uma das maiores vantagens de um protótipo é justamente permitir erros. Na bancada, podemos utilizar fios maiores, fontes externas, componentes provisórios, placas perfuradas e soluções que jamais fariam parte do equipamento definitivo. Essa etapa existe para responder uma pergunta simples: a ideia funciona? Porque o problema começa quando o protótipo passa a ser tratado como produto final.

Depois que o circuito está comprovado, começa (ou deveria começar!) uma segunda etapa. Precisamos descobrir se ele funciona de forma segura, estável e previsível durante longos períodos, verificar temperaturas, consumo, comportamento sob carga, proteção e montagem mecânica. Uma coisa é conseguir fazer um circuito funcionar durante dez minutos na bancada, outra é construir um equipamento que possa permanecer ligado durante horas sem problemas.

O protótipo deve ser um lugar seguro onde podemos errar e o (possível e viável) equipamento final deve ser o resultado de termos aprendido com isso.

Defina critérios para considerar o projeto pronto


Um dos problemas mais comuns em projetos pessoais é não existir um momento claro de encerramento, pois quase sempre encontramos algo que poderia ser melhorado. Um capacitor poderia ser trocado, o gabinete poderia ser diferente, o layout poderia ser mais compacto, o dissipador poderia ser maior ou uma função adicional poderia ser incluída. Se não estabelecermos algum tipo de limite, o projeto nunca termina. Por isso, é interessante definir previamente o conceito de 'pronto'. 

O projeto pode ser considerado concluído, por exemplo, quando todas as funções previstas estão funcionando, as tensões estão dentro dos limites, a temperatura foi avaliada, a proteção foi testada, o equipamento passou por um período de funcionamento contínuo, se toda a documentação foi atualizada. O que vier depois disso, seja melhoria ou correção, deverá gerar uma nova versão ou revisão.

Lembra que existe o tempo? Então, é sobre isso.

Versionar é preservar a história do projeto


Quem já desenvolveu vários projetos certamente conhece a sequência de arquivos chamados final, final2, final_novo, final_agora_vai e assim por diante. Esse método pode funcionar enquanto existe apenas uma placa sobre a bancada, mas rapidamente se torna um problema quando o projeto evolui. Adotar versões simples, como v1.0, v1.1 e v2.0, muda completamente essa organização. E claro que, tão importante quanto o número, é registrar o que mudou em cada versão. Por exemplo, uma pequena correção de layout pode ser uma revisão, já uma mudança significativa na arquitetura deve justificar uma nova versão principal.

A versão antiga não é necessariamente uma versão ruim, ela é parte da história do desenvolvimento.

Documente também o que deu errado


Existe uma tendência natural de mostrar apenas o resultado, o produto final, o que é bonito. A placa pronta, o gabinete acabado, a fotografia final e o projeto funcionando. Mas os problemas encontrados durante o desenvolvimento são justamente algumas das informações mais valiosas. Se uma determinada disposição de cabos provocou ruído, isso deve ser registrado; se um dissipador ficou pequeno, vale anotar. Uma fonte não suportou determinada condição de carga, a informação pode evitar que o mesmo erro seja repetido no futuro. Uma boa documentação não deve explicar apenas como reproduzir ou validar um projeto, mas também registrar aquilo que aprendemos durante o processo. Às vezes, saber o que não fazer é mais útil do que conhecer apenas a solução final!

Funcionou é uma informação importante, mas é uma informação limitada. Quanto consumiu? Qual foi a temperatura? Qual era a tensão de alimentação? Qual foi a tensão DC na saída? Qual carga foi utilizada? Quanto tempo permaneceu funcionando?

Quanto mais complexo for o projeto, mais importante é transformar observações em números. Não é necessário transformar cada montagem em um laboratório profissional, mas algumas medições simples podem mudar completamente a qualidade da documentação. Numa próxima versão desenvolvida, esses números passam a ser referências. E quando outra pessoa reproduzir o projeto, ela terá parâmetros para comparar seu próprio resultado.

A diferença entre parece funcionar e foi testado nestas condições é enorme.

Pense na manutenção antes de fechar o gabinete


Um equipamento DIY provavelmente será aberto novamente algum dia. Pode ser para uma manutenção, uma medição, uma atualização ou simplesmente porque surgiu uma dúvida depois de algum tempo.

É comum pensar primeiramente na eletrônica e somente depois definir onde e como tudo será montado. Essa abordagem funciona até certo ponto, mas pode criar problemas difíceis de resolver quando você precisar montar o projeto de forma definitiva. A placa precisa caber com perfeição e possuir fixação estrutural, os conectores precisam ficar acessíveis, o cabeamento precisa ter seu ponto de passagem, os dissipadores precisam ter espaço, o transformador precisa estar corretamente posicionado... e tudo precisa ser montável. Por isso, o projeto mecânico deve evoluir junto com o eletrônico. Não existe uma separação absoluta entre o circuito e o equipamento. A placa, o gabinete, a fonte, os cabos, os dissipadores e o painel fazem parte do mesmo corpo.

Por isso, vale lembrar durante a montagem que você terá de reparar aquele equipamento em algum momento no futuro. Será possível chegar à placa? Os conectores estarão identificados? Os cabos poderão ser removidos? Será possível medir as tensões sem desmontar tudo? Um componente poderá ser substituído sem desmontar metade do equipamento? Um projeto bem construído não é apenas aquele que funciona quando é novo, ele também deve ser pensado a longo prazo em todos os cenários.

Não tenha medo de abandonar uma solução


Depois de investir tempo e dinheiro em uma solução, existe uma tendência natural de tentar salvá-la a qualquer custo. Mas insistir em uma solução ruim apenas porque já investimos muito nela não recupera o investimento e menos ainda, o tempo. Geralmente, apenas aumenta o prejuízo. Uma placa que precisou ser refeita não representa necessariamente um fracasso, mas pode representar uma etapa necessária para entender o problema.  Um circuito descartado ensina algo que será utilizado no próximo projeto. 

É importante também entender que existem diferentes objetivos para um projeto DIY. Alguns são feitos para aprender, outros para experimentar uma ideia, outros para construir algo que será utilizado diariamente e outros, apenas para validar algo. Existem ainda projetos pensados para serem compartilhados e reproduzidos por outras pessoas e cada cenário exige um nível diferente de documentação, comunicação, detalhamento e conclusões. Por exemplo, uma montagem experimental pode ser perfeitamente válida mesmo que possua fios espalhados pela bancada e um equipamento de uso diário precisa ser mais robusto; um projeto publicado precisa ser compreensível, um projeto que pretende ser reproduzido por outras pessoas precisa oferecer arquivos, componentes, processos bem definidos e informações suficientes para que alguém consiga chegar a um resultado satisfatório.

Compartilhar muda a responsabilidade


Quando um projeto é publicado, ele deixa de ser apenas seu. Outra pessoa pode baixar os arquivos, fabricar uma placa, reproduzir aquilo que você construiu ou até modificar o propósito original. É nesse momento que pequenas omissões podem se tornar grandes desafios para quem olha de fora seu projeto.

Regule a fonte precisa ser explicado para qual valor, faça a calibração precisa explicar como. Use este componente precisa indicar exatamente qual componente e possíveis substitutos, de acordo com a realidade geográfica. Documentação não precisa ser complicada e cheia de detalhes inúteis, precisa ser suficientemente precisa. Um bom projeto publicado permite que outra pessoa compreenda não apenas o que foi construído, mas também as decisões que tornaram aquela construção possível.

Preserve os projetos antigos


Com o tempo, acumulamos arquivos, fotos, anotações, placas e versões que parecem não ter mais utilidade. É tentador apagar tudo e manter somente a versão mais recente, mas uma versão antiga pode ter uma solução que será útil anos depois, por isso, mantenha todos os registros do projeto desde seu início. Uma foto pode esclarecer uma montagem assim como um esquema elétrico anterior pode explicar uma decisão que deixou de ser aplicada na época e aquela placa de validação que seria descartada pode servir como referência para outro projeto, eliminando etapas por você já saber qual caminho seguir ou não, para obter determinado resultado.

Organizar e preservar esquemáticos, PCBs, Gerbers, listas de componentes, desenhos mecânicos, fotos, medições e documentos é preservar a possibilidade de compreender que, no final, o circuito pronto é apenas uma parte do resultado. Ficam também as decisões que funcionaram, os componentes que aprendemos a utilizar, os erros que não queremos repetir, as soluções que podem ser reutilizadas e, principalmente, o conhecimento adquirido durante todo o processo. É por isso que um projeto DIY não precisa ser perfeito para ser valioso, e tudo isso faz parte de uma experiência que se renova a cada ideia ou necessidade.

Não construa apenas o circuito, construa o projeto


Um circuito é apenas uma parte daquilo que estamos construindo. O projeto inclui a ideia, o escopo, a escolha dos componentes, os testes, a PCB, a fonte, o gabinete, a segurança, a documentação, a manutenção e todas as decisões tomadas ao longo do caminho. E existe ainda uma última parte, que talvez seja a mais importante: aquilo que aprendemos. Um bom projeto DIY não é necessariamente aquele que funciona perfeitamente na primeira tentativa, mas aquele que, quando termina, deixa você sabendo mais do que sabia antes. E isso torna possível começar o próximo projeto de uma maneira diferente.

Visualize o projeto antes de pensar em como começar qualquer coisa, valide cada processo, anote, mensure, refaça. E quando pensar que o projeto está bom o suficiente para colocar em produção, volte uma casa.

Samsung DVD-R150-155 - manuais de serviço e usuário


Tive a satisfação de conhecer esse aparelho em bancada - mas infelizmente não tive sucesso no reparo dadas as condições do aparelho versus custos - e como não encontrei facilmente material de apoio na internet, vou compartilhar o que consegui. Pode ser que ajude você.



Um dos principais defeitos é na linha de 5V: trocando todos os capacitores eletrolíticos, o aparelho volta a funcionar normalmente. No meu caso, o problema era na placa de controle e gravadora (loader), inviabilizando o reparo.


Reparo da fonte ATX Wise (WiseCase) 220W referência WS500 P42S

Session.

O PC véio de guerra parou de novo. Agora, ele arma e desarma em seguida, nem chega a mostrar tela. Fica nesse loop eterno. Depois da reposição da placa mãe REVENGER G-B75 LGA 1155 DDR3 M.2 NVME - talvez a avaliação mais sincera que você encontrará - ele passou a travar, reiniciar e congelar vídeo. Tentei tudo que foi configuração pensando que seria a placa mãe com defeito de fabricação, reinstalei outras versões do Windows, tentei soluções alternativas pensando que pudesse ser alguma incompatibilidade de drivers com o Windows 11... só depois de penar semanas tentando encontrar a causa desses constantes travamentos, direcionei meu foco pro componente mais trouxa possível: a fonte de alimentação.

Sim, possível jovem entusiasta nutella que assiste aos canais de especialistas nascidos depois dos anos 2000: a fonte de alimentação pode influenciar em comportamentos distintos que levarão você à loucura procurando defeito onde não existe. Desde travamentos e desligamentos (comuns) até ruídos na imagem e no som (interferência irradiada ou conduzida por má qualidade na filtragem das linhas +12V e +5V, instabilidade na regulagem etc.) que você vai questionar se o problema vem do cabo VGA/HDMI ou da placa de sinal do monitor de vídeo. Acredita no tio da TI aqui, não tenho barba e cabelos brancos por pouca coisa não. Pra você ter uma rasa ideia da dor de cabeça que uma fonte de alimentação instável pode causar: adaptador wi-fi que deixava de ser reconhecido pelo Windows de tempos em tempos, sendo necessário reconectar várias vezes após ele ser reinstalado e até mesmo servidores que, em dias mais frios, se desligavam de forma aleatória - aqueles casos típicos de capacitores eletrolíticos defeituosos que são afetados pelo clima. Será que isso os seus especialistas nascidos depois dos anos 2000 já te falaram ou eles só mandam trocar a fonte xing-ling por aquelas com selinho dourado fofo?!

Antes de qualquer mimimi, fica o recado: essa fonte Wise é das mais porcas, eu sei e todo mundo sabe. A questão aqui não é discutir a qualidade do projeto da fonte, mas sim o reparo - que pode servir de guia para reparar qualquer outra fonte ATX. Se você não conseguir reparar uma fonte simples como essa, não queira começar a praticar em fontes 'de verdade'.

Antes de qualquer coisa, tenha muito cuidado ao realizar qualquer tipo de reparo, modificação, ajuste ou intervenção em equipamentos elétricos ou eletrônicos. Primeiramente, pela sua segurança. Não me responsabilizo por quaisquer prejuízos que você possa causar ao equipamento, a você e/ou a terceiros. Faça por sua própria conta e risco.

O defeito mais trouxa que já vi até hoje


Testei praticamente tudo o que consegui nessa fonte e não encontrei NADA de anormal. Por uma questão de lógica, troquei o optoacoplador e o TL431, que costumam dar defeito com frequência. Já nos últimos momentos, dei mais atenção ao circuito primário (hot) e cheguei ao C945, que estava levemente alterado. Fiz a substituição meio sem esperança e para minha surpresa, a fonte partiu! Alguns minutos com ela ligada, já com a placa mãe ligada e com vídeo, ouvi um zumbido característico de centelhamento/mau contato, e para meu espanto, pude ver a chave seletora de tensão iluminando seus contatos... estava ali o último defeito a ser reparado. Substituí a chave, liguei novamente a placa mãe e tudo estava dentro dos padrões esperados, desde tensão até o funcionamento. Aproveitei para fazer um upgrade nos capacitores das linhas de saída, 5Vsb e soldei o cooler na linha de 5V pra fazer menos ruído - essa fonte não aquece tanto que justifique ligar ele na linha de 12V só pra ficar fazendo barulho.

Reinstalei o Windows - que estava meio zoado de tantos desligamentos inesperados - e reconectei meu HD de dados e até agora, tudo está na mais perfeita paz.  Se eu estivesse usando a fonte em 220V, provavelmente não notaria esse defeito da chave seletora, visto que ela aciona o dobrador de tensão do setor primário e não atua quando está selecionada para 220V. Ou seja, além do transistor que substituí, a fonte não estava conseguindo 'entregar sua capacidade total' por falha no dobrador de tensão, que era causado pelo mau contato na chave seletora, o defeito mais trouxa que já vi até hoje, pelo que me lembro. É como se ela estivesse com a chave selecionada para 220V e fosse alimentada com 127V.

Resumindo, falha minha por não ter pensado primeiro no básico e ter pulado diretamente para outros setores da fonte que nada tinham a ver com esse defeito. Se quiser ler mais sobre reparos de fontes chaveadas, aqui tem um marcador que leva a outros artigos. Pretendo substituir essa fonte assim que sobrar dinheiro, ela veio para substituir a outra fonte que 'explodiu' que era de 500W e que não consegui reparar, ou seja, é uma fonte pra ficar guardada para eventualidades.

Upgrade nos capacitores

Contatos desgastados por centelhamento

Instalando a GT610




Reparo monitor AOC e970Swl - não liga

Session.

Essa talvez seja uma daquelas pegadinhas técnicas. Defeito: totalmente inoperante, fonte com tensão de secundário morta. Mas... desconectando a placa de sinal, a fonte normaliza a tensão. Onde está o defeito? Você trocaria TODA A PLACA DE SINAL sem sequer dar uma olhadinha?!

Sem mais delongas, esse não é o primeiro monitor AOC que vem com o mesmo defeito. E é simples de resolver: remova o capacitor SMD da placa de sinal, aquele da foto. Pronto. 

Esse problema também pode ser visto em várias placas mães e outros equipamentos que possuem interface USB que deixam de funcionar. Geralmente, basta remover o capacitor de desacoplamento dos 5V que volta a funcionar. Pode ficar sem esse capacitor? Até pode. Mas o ideal é substituir por outro de mais qualidade!
 

Capacitor SMD removido da placa


Modelo do aparelho

Reparo monitor de vídeo Benq ET-0024-TA (tela TPM156B1 WX102TC REV. D2B)

Session.

Adoro produtos Benq. Tive contato com poucos até hoje, mas dá pra sentir o padrão de qualidade da marca. Esse é um monitor bem bacana que veio pra bancada com a tela toda branca - backlight acendendo mas sem nenhum sinal de vídeo na placa da tela. De primeira, já avisei ao cliente que provavelmente teria que substituir a tela, mas que eu avaliaria com mais calma em bancada. Abri o monitor, testei a fonte e a placa de sinal. Tudo em ordem. Resolvi levantar o plástico da placa de controle da tela pra dar aquela espiada marota e... fusível aberto! Esse fusível está entre os 5V que vem da placa de sinal e o regulador de 3,3V. Bom, já tinha algo a investigar, vai que dá conserto né? Nesse meio tempo, já tinha cotado essa tela com alguns fornecedores e até busquei no Mercado Livre, mas sem sucesso.

Testei quase tudo o que podia ser testado na placa da tela e não encontrei nada de suspeito que pudesse fazer o fusível abrir. Como não consegui reposição para a tela, fui pro tudo ou nada: fiz um jumper no fusível, deixei o multímetro medindo no ponto dos 3,3V e liguei o monitor... tensão de 3,3V no display do multímetro! Virei a tela e lá estava o sinal de vídeo, perfeito. Continuei com o monitor ligado e tocando os componentes da placa da tela, principalmente no regulador de 3,3V pra ver se algo estava aquecendo mas tudo estava em ordem.

Deixei mais horas ligado em teste e no final, tudo deu certo! Sempre que recebo monitores com essa característica, avalio a placa da tela. Não é sempre, mas às vezes a gente tem sorte e consegue um reparo fácil. Cliente sorrindo de orelha a orelha!
 

A mágica do reparo!


Fusível que abriu e regulador 3,3V

Placa da tela

Modelo do monitor

Tem que entregar limpo!

Tem que entregar limpo!


Reparo monitor de vídeo LG Flatron W1943C-PF/W1943CV: LED vermelho tremulando/tela apagada ou piscando backlight

Session.

Defeito comum nesse modelo (e em alguns outros) causado pelos eletrolíticos C354/C355 de 220uF x 16V. Este é o quarto monitor que reparo de mesmo modelo de um macroatacado da cidade e o defeito é sempre o mesmo:

1. LED vermelho pisca e logo se apaga OU fica tremulando 
2. Lâmpadas da tela acendem e logo se apagam OU nem acendem
3. LED vermelho se ilumina, lâmpadas acendem, aparece o logo LG e tudo apaga (fica nesse loop)

Sem dramas e sem maiores delongas, simplesmente troque os capacitores para resolver esse problema. 
 





Multi-function Tester TC1 - o testador de componentes chinês é bom?

Session. Bacanas essas session, não é?!

Esse aí é um testador de componentes chinês bem bacana, numa versão mais PRO com bateria interna recarregável, tela colorida e um range bem interessante de medição para vários componentes. Antes desse aí, eu usava uma versão mais antiga que vinha desmontada com uma carcaça de acrílico transparente e utilizava uma bateria de 9V. E ele ainda existe.

Não tem muito o que dizer sobre esse testador: você coloca o componente no borne inferior e aperta um botão. Pronto. Simples assim. Essa versão também tem um testador de IR para controles remotos que não tive a oportunidade de testar ainda. Pra quem trabalha com potência e componentes críticos, é excelente porque dá detalhes importantes além do valor. Também mede e testa muito bem transistores, MOSFETs, diodos (esse mais novo testa até zener) e praticamente qualquer componente que não seja um circuito integrado. 

Você pode comprar direto da China ou se tiver com pressa, direto pelo Mercado Livre por R$ 176,12 + frete para sua região - valor em 18/05/2021. Vale o investimento? Sim, se você realmente precisa do equipamento.
 
 

Acessórios que acompanham o testador

Teste iniciado

Resultado do teste de um LED

Bem compacto

Sendo carregado (LED fica verde ao final)

 

Reparo na fonte SFX KEMEX PB-200CNF (ou mini fonte ATX)

Session.

Aqui vai uma dica rápida para quem já pegou essas fontes SFX/ITX e não achou nenhum componente estourado ou em curto e mesmo assim, a fonte não partia. Essa aí é uma KEMEX SFX PB-200CNF. Primeira coisa é ver se tem tensão na fonte de stand by, e quase sempre tem. Mas a fonte insiste em não partir. A causa provavelmente é um ou os dois transistores chaveadores. No meu caso, um deles se comportava como dois resistores de baixo valor, perdendo totalmente a sua característica. Feita a troca dele, a fonte partiu na hora e com todas as tensões corretas. Por isso não confio muito nesses testes de continuidade quando se trata de transistores, FETs, MOSFETs etc. Quando surge aquela dúvida, retiro o componente da placa e testo.

O mesmo problema pode ocorrer em outros modelos de fontes ATX, recomendo sempre checar esse estágio da fonte mesmo que o multímetro não acuse curto. Melhor testar do que apanhar da fonte ou condenar a coitada.
 





Esse é o vilão




Controle remoto do Chery QQ 2011/2012 (S11) pisca LED mas não aciona travas e central de alarme

Depois de algumas investidas DIY no sapinho, estive lutando nesse controle quando ele passou a dar umas rateadas na hora de acionar a central. É um circuito bem simples, sem muita frescura - como o próprio carro - e eu não conseguia entender o porquê de ele oscilar mas não enviar sinal corretamente pra central.

Quando comprei esse carro, achei estranho terem colocado duas baterias no controle remoto, CR20XX não me lembro, mas é das mais fininhas. Pensei que fosse preguiça da ex-dona de resolver o problema da folga e do mal contato da bateria, eliminando um espaço entre a placa e os contatos com outra bateria. Sem falar que estava mascarando um defeito ao alimentar com 6V um RF projetado para operar com 3V. Mas não era preguiça. Já tinha esse problema crônico. Hoje, finalmente consegui deixar o carinha afiado e funcionando até de longe.

Não vou me aprofundar nem entrar no beabá do RF, mas quem entende um pouco de eletrônica sabe que em áudio e RF a qualidade da alimentação é fundamental para que o circuito funcione como o esperado. Nesse caso aqui em especial, colocaram um LED vermelho que pisca quando você pressiona uma das teclas. Antes de sair trocando o transistor R25 e medindo todos os capacitores, decidi simplesmente testar esse controle com mais corrente, mantendo a tensão. Fiz o teste utilizando uma célula de lítio com carga de 3,2V (2,2A) e o RF acionou a central normalmente com apenas um toque sutil nas teclas. Ou seja, alguma coisa estava 'roubando' corrente do CI, tornando a oscilação fora de padrão e interferindo na transmissão. Um adendo aqui: não sou especialista em RF, nunca trabalhei com radiofrequência aplicada, nunca fui um entusiasta da área; apenas conheço os conceitos e procuro aplicá-los da forma correta. Quando falta informação, tem a internet. Não pretendo transformar esse assunto num debate de clubinho.

Antes disso, fiz um reforço com fio de cobre pra antena desse controle, que nada mais é do que uma trilha mais grossa que quase faz uma volta completa em uma das faces da PCI. Mas o que efetivamente funcionou foi retirar da placa o resistor de 1k (R6) em série com esse LED vermelho. Toda a corrente e tensão da CR2032 foram dedicados ao CI que instantaneamente passou a funcionar como deveria. Fiz testes de muito longe, dentro do possível que meu pátio permite, e o controle acionou a central de forma eficaz e sem rodeios mesmo com toques curtos e breves. Antes dessa descoberta, pensei serem os botões o problema, mas descartei logo que fiz testes de continuidade neles. Estavam perfeitos. Era um saco quando o controle resolvia não funcionar o destravamento das portas. Muita força a troco de nada, como quando as pilhas do controle remoto da TV ficam fracas e a gente aperta mais forte como se isso fosse resolver alguma coisa. Casa de ferreiro...

Nunca entendi esses LEDs em controles de RF. Acho desnecessário e cruel para quem precisa ficar trocando essas CR2032 de dois em dois meses. Quando tinha moto, instalei o alarme dela e os dois controles (o de presença e o comum) tinham LEDS AZUIS! Uma piada, consumiam muitas pilhas ao ponto de eu só usar o de presença escondido comigo e deixar o comum sem pilha preso ao chaveiro pra entregar a um possível vagabundo que pudesse levar a moto num assalto.

Então, se você tem um QQ ou um outro veículo que possua controle remoto com LED, recomendo fortemente desativar pra economizar pilhas. E em alguns casos, também pra manter o RF redondinho. Cada caso é um caso, mas vale a pena avaliar se é possível desativar o LED sem prejuízo do funcionamento do circuito. E vale mais ainda a dica para quem pretende levar o controle pra conserto nesses chaveiros de esquina, que vão cobrar um monte de dinheiros de você e que talvez nem consigam resolver seu problema. 

Detalhe do resistor R6 retirado

Decidi manter o reforço da antena


Semp Toshiba modelo TV2122(O)FS U-19 - daqueles achados que emocionam!

Mais uma pescada no OLX: um TV Semp Toshiba TV2122(O)FS U-19 das antigas, bruta, feita pra durar por um sábio engenheiro numa empresa séria. Essa joia aí eu encontrei passeando pelos anúncios do site, de curioso. Me divirto bastante no OLX, assim como já me diverti muito no Mercado Livre - que morreu, na minha opinião, depois de tanta treta e acréscimos.

O defeito dela é um clássico: listras na parte superior da tela. Quem é raiz já dá orçamento sem sequer abrir o aparelho porque não tem erro: é sempre a mesma coisa. Ainda não vi nenhum televisor com esse sintoma apresentar outro tipo de defeito além daquele capacitor eletrolítico ali do vertical. É claro que você vai verificar todo o setor para garantir que nada mais está fora do comum, mas o que vai resolver o problema de vez é a troca desse carinha. Geralmente é um eletrolítico de 100uF, mas podem ocorrer variações de modelo para modelo, de marca para marca... O ideal é fazer o serviço direito e já conferir se tem solda quebrada ou em processo de quebrar, se há algum outro eletrolítico com problemas (que dê pra visualizar: estufado, vazado, etc), dar aquele talento na poeira e não ser chinelão. 

Para minha feliz surpresa, não há qualquer sinal de que o aparelho já tenha sido reparado nesses anos todos de vida. Nenhuma solda nova, nenhuma marca de chave ou coisa assim. Os parafusos do gabinete pareciam novos, tive que fazer força pra dar o primeiro giro: torque de fábrica. Fiz a troca do capacitor (100uF x 35V), reforcei a solda num resistor de HV que estava quebradiça devido ao tempo de uso e o aquecimento natural do componente, limpei a placa toda e o gabinete por dentro. Deixei o TV ligado por cerca de três horas e a imagem surpreende em qualidade! Só vi qualidade de imagem igual aos tubos em plasma ou esses novos LCD 4K fodidos de caros e descartáveis. Mais um TV livre do consumismo disparado! Tenho outro TV de tubo em casa, um CCE excelente também 21" tela plana - que uma única vez apresentou oscilações nas cores e que resolvi com simples ressoldas! - e não pretendo mudar para o LCD enquanto houver tubos no mundo!

A barbada: paguei $40 nesse aparelho, troquei um capacitor de $0,50, ressoldei um resistor e limpei tudo em menos de uma hora. Quanto você acha que um técnico de eletrônica me cobraria para fazer o mesmo? Se é que faria, porque os novos técnicos são os famosos troca placa, ou com isso aí não mexo. Falta cortesia, paixão pela área, ética e muitas vezes, conhecimento.

Acabei não tirando fotos dela desmontada, nem suja nem limpa e tenho preguiça de desmontar de novo. Quem sabe daqui uns quinze anos eu abra ela de novamente : )








Pioneer DVH-7380AV - compra, defeito, reparo e recuperação do aparelho

Pois bem. Esta é uma nova session. 

Encontrei essa jóia em excelente estado de conservação na OLX por R$ 50. Não resisti e investi meus únicos R$ 50 de uma venda no mesmo site apostando que conseguiria consertar. Sempre achei uma barbada consertar aparelho de som automotivo, e inclusive já reparei até módulos de potência. Coisas que deixei de lado por falta de tempo e também por conta dos malditos SMD's, que mataram e ainda matam de fome muitos técnicos. A era da manutenção agora é troca de placa de sinal ou de fonte. Hoje, dificilmente um técnico possui a capacidade - técnica e até física! - de reparar uma placa com componentes SMD. As peças são cada vez mais difíceis de serem conseguidas - e manuseadas - e quando se consegue encontrar, são caras e não justificam o valor final do serviço. Porque o valor maior de um serviço é e sempre será a mão de obra. A perspicácia de um técnico é algo valioso e não se aprende em escola. Saber pensar e desenvolver uma linha de raciocínio que leve ao entendimento de um setor ou de um módulo dedicado dentro de um sistema de sistemas é algo único.

Esse é o famoso DVH-7380AV da Pionner. Um aparelho simples e com boa qualidade de som. O defeito dele era o de sempre: não liga. Nada. Só acende os LEDs de sinal no painel ao acionar a ignição (ACC). Nada mais. Fiquei dois dias - leia: algumas horas por dia - em cima dele analisando o circuito para entender o que poderia ter acontecido. O que mais me chamou a atenção foi a quantidade de pontos de oxidação na carcaça e na placa, o que me levava a crer que eu poderia partir dessa lógica. 

Resumindo: não havia tensão de 9Vcc na fonte de 9Vcc. Somente a fonte de 5Vcc estava presente. Essa tensão de 9Vcc depende do processador estar rodando - oscilando - ou não, e nesse caso consegui verificar que não havia oscilação. Como eu descobri isso sem ter equipamentos de ponta e um osciloscópio da moda, Nutelleiros?! Inspeção visual. Como já disse, muitos pontos de oxidação. Um deles, justamente no cristal de 8MHz, o que levou ao total desgaste de um dos terminais. Encontrei outro setor que também deveria possuir um cristal mas que não estava sequer dentro do aparelho... Deduções à parte, era um cristal de 14MHz. Fiz a troca do cristal de 8MHz e consegui esse de 14MHz para o outro setor da placa e ao ligar os 12Vcc ao rádio, tive sinal de vida! O painel acendeu todos os LEDs, o backlight também acendeu mas não havia nenhuma imagem na tela. Tive áudio também, chiadeira da FM. Quase todo mundo sabe que o sinal de vídeo é gerado na placa de sinal da leitora óptica, e ao conectar a pickup... tínhamos vídeo! Testei tudo e fiquei muito contente com o investimento positivo!

Ah, mas não tem o controle remoto... E daí?!

Fiz uma minuciosa limpeza interna, tratamento contra umidade e fechei o aparelho feliz da vida. Logo depois, fui pesquisar na Internet e vi que muita gente tem problemas com esse e com outros modelos de som da Pionner semelhantes. Encontrei o esquema elétrico completo com manual de serviço e também o manual de instruções do DVH-7380AV - que também serve para os modelos DVH-730AV/XZUW5, DVH-735AV/XZRD, DVH-735AV/XZRI e DVH-7380AV/XFBR - e vou disponibilizar para download no diyPowered Drive para quem precisar dele algum dia.

Algumas fotos de péssima qualidade só para ilustrar a aventura!





Painel bicolor (vermelho ou azul)

Painel bicolor (vermelho ou azul)

Reprodução de DVD (mídia DVD) para testar a leitora




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